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Apesar de ser uma espécime tão rara e valiosa, o animal só foi descoberto nos anos 1980. Antes disso, a espécie era um mistério biológico
Veja como o isolamento em uma ilha preservou o mamífero mais raro do mundo até hoje / Plano de ação para conservação/Reprodução
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Você sabia que um dos animais mais raros do mundo vive nas terras brasileiras, e pode estar perto de você? Este é um pequeno roedor foi localizado em um arquipélago de Santa Catarina, na região sul do país.
Com o nome "Preá-de-Moleques-do-Sul", ele pode parecer pequeno e até mesmo ter uma aparência 'normal', mas é considerado o mamífero mais raro do mundo pela ciência. No entanto, sua existência está restrita a uma ilha isolada.
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Apesar de ser uma espécime tão rara e valiosa, o animal só foi descoberto nos anos 1980. Antes disso, a espécie era um mistério biológico, mesmo com a proximidade considerável em relação às regiões urbanas catarinenses. O encontro foi caracterizado como uma 'surpresa' científica.
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Do mesmo modo, o registro animal em zonas biologicamente valorizadas é importante à compreensão da ecologia silvestre, ampliando a necessidade de estudos a fim de evitar a extinção dessas espécies frágeis no Brasil.
O mamífero é semelhante aos porquinhos-da-índia e também às capivaras brasileiras. Contudo, além de suas características únicas, uma diferença notável é seu território em comparação às outras espécies, geograficamente pequeno e limitado pelo oceano Atlântico.
A população total desse tipo de animal não passa de algumas centenas em todo o planeta. Deste modo, o roedor é considerado frágil e pode sofrer riscos com eventuais alterações ambientais.
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Mesmo quando se trata de um isolamento ambiental, o preá precisa de cuidados específicos para garantir sua saúde e bem-estar. Novas doenças ou, como mencionado, mudanças climáticas inesperadas podem resultar em ameaças reais à existência deste mamífero único.
Portanto, as autoridades são rígidas quando se trata de manter o local como uma área de preservação biológica. Esse controle é fundamental não apenas à proteção vegetal, mas, simultaneamente, de modo a preservar a qualidade de vida do roedor.