Isso mostra como a apicultura e a meliponicultura se tornaram uma atividade estratégica e fonte de renda no campo. / Aires Mariga / Epagri
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O Oeste catarinense se destaca na produção de mel, combinando clima favorável, organização dos apicultores e uma estrutura completa da cadeia produtiva.
Atendida pelas gerências da Epagri de São Miguel do Oeste e Palmitos, a região reúne 13.482 apicultores, com municípios líderes como Chapecó e São Miguel do Oeste concentrando mais de 40% dos produtores.
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Isso mostra como a apicultura e a meliponicultura se tornaram uma atividade estratégica e fonte de renda no campo.
Condições climáticas positivas neste ano, com floradas intensas, ajudaram a aumentar a produção de mel. O alinhamento do ciclo das plantas com a criação das abelhas permitiu maior coleta de néctar e rendimento por colmeia, contrastando com anos anteriores prejudicados por geadas e oscilações climáticas.
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O Oeste catarinense se destaca pela organização dos produtores, com associações formalizadas, filiação à Faasc e presença de uma cadeia produtiva completa.
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A região conta com fornecedores de insumos, fábricas de equipamentos, compradores de mel e produtores de rainhas com genética selecionada, garantindo colmeias mais produtivas e padronização da produção.
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Chapecó lidera a produção com 3.079 apicultores, seguida por São Miguel do Oeste com 2.643, Joaçaba com 1.225 e Concórdia com 1.217. Esses polos concentram serviços, compradores e capacitação, fortalecendo a região como referência nacional no setor.
A apicultura gera renda e empregos no campo, movimenta insumos, equipamentos e comércio local, incentiva cursos e capacitação técnica, e contribui para o desenvolvimento rural sustentável, aproveitando pequenas propriedades e floradas locais.