O afro gigantesco da norte-americana Aevin Dugas quebrou recordes e estereótipos. Inspirada pela mãe, que usava black power nos anos 70, Dugas decidiu abraçar sua raiz literalmente.
Do alisamento à autoaceitação
A virada aconteceu quando questionou os produtos “perigosos” que usava para alisar os fios. O processo de transição não foi fácil, mas trouxe liberdade e um lugar no Guinness.
Ela detalha: “Eu fui vegetariana por um tempo e meu cabelo quebrou muito”. Mesmo assim, persistiu no cuidado com os fios naturais, criando sua própria rotina capilar.
O preço da originalidade
Ser diferente tem seus desafios. Aevin enfrenta desde olhares curiosos até mãos invasivas. “Eles simplesmente vêm e puxam”, relata sobre pessoas que duvidam da autenticidade de seu cabelo.
Para manter o black power saudável, ela evita acúmulo de produtos. “Uso o produto praticamente uma vez por semana”, revela. Sua história inspira quem busca se libertar de padrões de beleza.
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