Menino se diverte em uma das dezenas de atrações da área infantil do Hopi Hari, no interior de SP / Reprodução/Hopi Hari
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Imagine caminhar por um parque de diversões no Brasil e sentir a mesma imersão, magia e infraestrutura dos complexos de Orlando. É exatamente essa a promessa ousada do Hopi Hari ao anunciar o maior plano de expansão de sua história.
Livre da recuperação judicial, o "País Mais Divertido do Mundo" confirmou um aporte colossal de R$ 300 milhões para os próximos anos. A meta é recuperar o protagonismo no entretenimento da América Latina mirando o cobiçado "padrão Disney".
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A transformação promete ir muito além dos novos brinquedos. A estratégia de gestão foca em acabar com a frustração das longas esperas. O parque quer abraçar o visitante com entretenimento e imersão ainda nas filas, assim como acontece nos gigantes americanos.
Para os caçadores de adrenalina, a primeira grande novidade já está confirmada. A Swing Tower, fabricada pela europeia AK Rides, terá 40 metros de altura e vai simular um voo radical suspenso em cadeiras duplas.
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Ela ocupará a área de Kaminda Mundi, exatamente onde ficava a antiga La Tour Eiffel, e deve ser inaugurada junto ao maior evento fixo do parque, a Hora do Horror, que começa em agosto.
Outra notícia que movimentou a nostalgia dos fãs envolve a lendária Montezum. A icônica e turbulenta montanha-russa de madeira passará por uma modernização milionária e se tornará híbrida. Ela vai ganhar trilhos de aço, prometendo um trajeto mais rápido, suave e moderno.
A expansão também olha para fora dos portões. Seguindo a cartilha da Disney e da Universal, o Hopi Hari prevê a construção de hotéis temáticos próprios e de um grande boulevard com lojas. A ideia é criar um ecossistema completo, onde o turista se hospeda e consome sem sair do complexo.
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O interior paulista se prepara para ver o renascimento de um gigante. Resta agora aos fãs acompanharem o avanço das obras e conferirem de perto se a magia prometida vai, de fato, sair do papel.
*Com informações do IG