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Quantas flexões você consegue fazer? Veja a meta ideal para a sua idade

Personal trainer revela método simples para saber se está ou não em boa forma

Agência Diário

Publicado em 07/01/2026 às 09:31

Atualizado em 07/01/2026 às 09:45

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A partir dos 40 anos, os números caem gradualmente. / Imagem: Freerange

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Flexões são exercícios extremamente simples, mas que demandam bastante esforço do corpo humano. Segundo o personal trainer Joseph Webb, a quantidade de flexões que alguém deve fazer varia bastante conforme a idade atual do indivíduo.

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O especialista, em entrevista ao jornal Metro, revelou um método prático para avaliar se você está ou não em boa forma física. Ele destaca que o condicionamento muscular muda ao longo das décadas de vida de cada pessoa ativa.

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Antes de focar apenas nos números, é essencial priorizar a execução correta de cada movimento. A qualidade do exercício é o que realmente define se o seu treinamento está sendo produtivo para sua saúde ou apenas desgastante.

Galeria: conheça os benefícios da flexão

A flexão fortalece peitoral, ombros, tríceps e core em um único exercício funcional / Pixabay
A flexão fortalece peitoral, ombros, tríceps e core em um único exercício funcional / Pixabay
Praticar flexões regularmente melhora a estabilidade do tronco e a postura corporal / Pixabay
Praticar flexões regularmente melhora a estabilidade do tronco e a postura corporal / Pixabay
O exercício ajuda a aumentar a resistência muscular sem necessidade de equipamentos / Pixabay
O exercício ajuda a aumentar a resistência muscular sem necessidade de equipamentos / Pixabay
As flexões estimulam a saúde das articulações dos ombros quando feitas com a técnica correta / Pixabay
As flexões estimulam a saúde das articulações dos ombros quando feitas com a técnica correta / Pixabay
Por envolver vários grupos musculares, a flexão contribui para maior gasto calórico / Pixabay
Por envolver vários grupos musculares, a flexão contribui para maior gasto calórico / Pixabay
A flexão pode ser adaptada para diferentes níveis, promovendo evolução contínua no treino / Pixabay
A flexão pode ser adaptada para diferentes níveis, promovendo evolução contínua no treino / Pixabay

A importância da técnica correta na execução

Realizar o número certo de repetições é um objetivo comum, mas o grau de execução é o fator mais importante de todos. Se você pretende alcançar a meta da sua faixa etária, mas sente dificuldades, comece usando os joelhos.

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“Se alguém ainda não consegue fazer uma flexão de braço com técnica sólida, uma flexão de braço perfeita ajoelhado é uma conquista enorme e significativa, e deve ser o primeiro objetivo antes de se preocupar em atingir os números normais para a idade", afirma Webb.

O personal trainer Joseph Webb acredita que o progresso gradual é a chave para o sucesso a longo prazo. Ele recomenda que os iniciantes foquem na postura e na mecânica do movimento antes de tentarem as versões mais difíceis.

Muitas pessoas tentam atingir volumes altos sem ter a base muscular necessária para sustentar o peso do corpo. Isso pode levar a resultados frustrantes ou até prejudicar o desenvolvimento físico pretendido pelo praticante.

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“Uma flexão de braço lenta e completa, com a coluna neutra, é muito mais valiosa do que tentar atingir um número alto de repetições com mecânica inadequada”, reforça o especialista sobre a qualidade dos movimentos realizados.

Veja também: O exercício que 'limpa' a mente e combate a ansiedade sem precisar de remédios.

Metas para jovens na faixa dos 20 e 30 anos

Para quem está na casa dos 20 anos, as expectativas de desempenho físico são as mais altas de toda a tabela. Joseph Webb recomenda que homens consigam realizar entre 30 e 43 flexões para serem considerados em boa forma.

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Caso o homem de 20 anos consiga ultrapassar a marca das 54 repetições, o resultado é considerado excelente. Para as mulheres dessa mesma idade, a média esperada varia entre 15 e 48 flexões totais durante o teste de força.

Ao chegar na maturidade dos 30 anos, é esperado que ocorra um leve declínio natural na forma física do indivíduo. O especialista sugere que homens façam de 20 a 44 flexões, enquanto as mulheres devem atingir de 10 a 39 delas.

Embora o corpo comece a mudar, esse declínio pode ser significativamente atrasado com a prática frequente de exercícios. Manter-se ativo durante os 30 anos ajuda a preservar a força muscular conquistada na década anterior.

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A coluna neutra e o ritmo lento continuam sendo as recomendações principais para quem está nessas faixas etárias. Não adianta ser jovem e veloz se a mecânica do exercício está inadequada para os padrões de segurança física.

Desempenho físico após os 40 e 50 anos de idade

Na década dos 40 anos, os números recomendados para os homens ficam entre 15 e 39 flexões de braço completas. Já para as mulheres dessa faixa, a meta saudável estabelecida pelo personal trainer Joseph Webb é de 6 a 34.

Com a chegada dos 50 anos, a recomendação de Joseph Webb para o público masculino é de 10 a 34 repetições totais. Para o público feminino nessa fase da vida, o esperado é que consigam realizar entre 14 e 25 flexões seguidas.

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Esses números refletem as mudanças hormonais e estruturais que o corpo enfrenta ao longo do tempo. Manter a musculatura do peito e dos braços ativa ajuda a garantir mais autonomia e vigor durante as tarefas do cotidiano.

Mesmo com metas menores, a regra de Webb sobre a execução lenta e controlada permanece como prioridade absoluta. É preferível fazer dez flexões perfeitas do que trinta movimentos incompletos que não trabalham os músculos.

O treinamento de força nesta fase da vida serve como uma ferramenta de manutenção da saúde e prevenção de perdas. Alcançar os números sugeridos indica que o sistema musculoesquelético ainda possui uma ótima reserva funcional.

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Expectativas e outros exercícios após os 60 anos

Após os 60 anos, a expectativa natural é que a força muscular total já tenha decaído de forma bastante acentuada. Por isso, a média recomendada para homens é de 29 flexões e para mulheres o valor indicado chega a 24 delas.

Nesta idade avançada, o foco do condicionamento físico começa a mudar para outras atividades complementares. Exercícios de força ainda devem estar presentes na rotina, mas não precisam ser o foco principal dos treinamentos.

Veja também: Caminhar é bom, mas especialistas recomendam outro exercício para idosos; veja qual.

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Joseph Webb sugere que o contato com o ambiente externo e atividades aeróbicas leves ganhem mais espaço. Atividades como caminhar ao ar livre tornam-se essenciais para manter o sistema cardiovascular e os pulmões em dia.

“Pode queimar muita gordura caminhando e estar ao ar livre em contato com a natureza faz bem ao coração e aos pulmões. Qualquer exercício é bom, mas sempre escolha aquele que mais gosta, porque é mais provável que o pratique com frequência”, finaliza Webb.

Escolher a atividade preferida aumenta as chances de manter uma constância necessária para a saúde na terceira idade. Seja na força ou na caminhada, o importante é manter o corpo em movimento respeitando os limites da idade.

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