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Dados mostram que aproximadamente 39% das pessoas da Geração Z relatam ter sentimentos negativos sobre propagandas com IA, enquanto apenas 45% dizem estar "ok" com isso
O debate sobre o uso da Inteligência Artificial na criação de conteúdo ganha força após diversas polêmicas globais / Freepik/Rawpixel.com
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Com a constante utilização da Inteligência Artificial (IA) na criação de conteúdo, muitas pessoas acreditam que a ferramenta pode ser extremamente útil, enquanto outras repudiam sua utilização. Um exemplo recente é a artista japonesa Kei Urana, criadora do anime Gachiakuta, que decidiu sair do X (antigo Twitter) devido a recriação de suas artes originais com IA.
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Para complementar esses acontecimentos, um evento realizado entre a FGV (Faculdade Getúlio Vargas) e a IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau - Agência de Pubilidade Interativa) mostrou que pelo menos 55% dos recursos tecnológicos fornecidos por IAs serão utilizados nos ramos de Comunicação e Marketing.
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Do mesmo modo, ainda segundo a IAB, boa parte da Geração Z, juntamente da nova geração (Millenals) são contra ou não se sentem positivos em relação à produção de anúncios utilizando da tecnologia tão polêmica. Esse pensamento é contrário ao que muitos executivos de publicidade acreditam, visto que, ainda segundo os dados, 82% assumem que os jovens se sentiriam atraídos pela nova maneira de criar conteúdo publicitário.
A questão que fica e está sendo amplamente discutida ao redor do mundo é se a IA deve ser utilizada em todos os possíveis contextos, e quando essa utilização pode ultrapassar dos limites legais e éticos.
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*O texto contém informações dos portais B9, FGV e IAB