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Saiba quando é seguro trocar o remédio caro pela opção barata e entenda, de uma vez por todas, o que muda na caixinha
Cliente fica em dúvida sobre qual medicamento levar em balcão de farmácia / Imagem ilustrativa gerada por IA/DL
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A cena é clássica: você chega na farmácia com a receita na mão, o atendente olha e solta a famosa frase: "O médico receitou o de marca, mas tenho esse similar que está na promoção e o genérico que é metade do preço. Qual vai ser?".
Nessa hora, bate aquela insegurança. Será que o barato funciona mesmo ou é "farinha"? Para você nunca mais travar na frente do balcão (e salvar seu bolso), desvendamos a "sopa de letrinhas" dos medicamentos com base nas regras da Anvisa.
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O medicamento de referência (ou "de marca") é o inovador. A indústria gastou milhões e anos pesquisando para criá-lo. Por isso, ele tem a patente exclusiva por um tempo e custa mais caro. É o caso do Tylenol ou do Viagra. Ele é a "matriz" que garante a eficácia e segurança que os outros terão que copiar.
É aquele da caixinha com a tarja amarela e o "G" gigante. A regra é clara: ele é a cópia fiel do remédio de referência. Tem o mesmo princípio ativo, na mesma dose e faz o mesmo efeito.
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Por que é tão barato? Simples: o fabricante não gasta com propaganda e não precisou inventar a fórmula do zero. Pode comprar sem medo: por lei, ele é intercambiável, ou seja, substitui o original com 100% de segurança.
Aqui morava a confusão, mas isso mudou. O similar também é uma cópia do referência, mas tem um nome comercial próprio (diferente do genérico, que só usa o nome da substância).
Antigamente, eles não precisavam provar que eram idênticos. Hoje, a Anvisa exige testes de equivalência. Se na lista da Anvisa ele estiver classificado como Similar Equivalente (EQ), ele funciona exatamente igual ao original e ao genérico.
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Resumo da ópera: Se a grana estiver curta, o Genérico é a escolha racional mais segura para o bolso. Ele não é "mais fraco"; é apenas um remédio sem grife e sem marketing.