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A chamada não monogamia, forma de relação em que os envolvidos acordam, de maneira transparente, a possibilidade de se relacionar com mais de uma pessoa
Municípios do interior de São Paulo ganham destaque nacional por sua abertura a diferentes formatos de relacionamento / ImageFX
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A ideia de se relacionar fora dos moldes tradicionais tem ganhado visibilidade no Brasil, mesmo que ainda desperte estranhamento para parte da população.
A chamada não monogamia, forma de relação em que os envolvidos acordam, de maneira transparente, a possibilidade de se relacionar com mais de uma pessoa, vem se consolidando como uma alternativa viável para muitos casais que buscam liberdade emocional e honestidade afetiva.
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Segundo dados divulgados pela plataforma Ashley Madison, voltada a pessoas comprometidas que desejam explorar novas dinâmicas amorosas, esse modelo pode até fortalecer vínculos, já que incentiva conversas abertas e acordos claros entre os parceiros.
A empresa apresentou o ranking anual das cidades brasileiras que mais aderiram à não monogamia em 2024, revelando um crescimento expressivo dessa prática em diversas regiões.
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O interior paulista, em especial, se destacou: Ribeirão Preto ocupa a 6ª posição na lista, seguida por Sorocaba (7ª), Guarulhos (8ª) e São José dos Campos (9ª).
Esse protagonismo indica uma transformação social importante, mostrando que cidades fora dos grandes centros também estão à frente de discussões sobre afetividade e novos arranjos amorosos.
Dica do editor: Sem prédios e semáforos, cidade brasileira é repleta de natureza e encanta a todos.
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Apesar das controvérsias que o assunto ainda provoca, os números apontam que a não monogamia está deixando de ser tratada como tema marginal. Cada vez mais, aparece em debates públicos, matérias, pesquisas e conversas cotidianas.
Com essa expansão, municípios do interior de São Paulo ganham destaque nacional por sua abertura a diferentes formatos de relacionamento, acompanhando uma mudança cultural que redefine a forma como muitas pessoas vivem o amor.