Um jardim em homenagem à Rainha Elizabeth II abriu ao público em abril de 2026, no Regent’s Park, em Londres, cerca de três anos e meio após a morte da monarca britânica. O espaço ocupa dois acres e cria uma nova área verde dedicada à memória da rainha.
Antes desativado, o antigo viveiro dos Royal Parks agora abriga um jardim voltado para contemplação, biodiversidade e recuperação ambiental. Dessa forma, o projeto mistura paisagismo contemporâneo, preservação ecológica e espaços pensados para a fauna urbana.
Confira fotos do jardim em homenagem à Rainha Elizabeth
Rainha Elizabeth II: novo jardim transforma antigo viveiro em área de biodiversidade
O Regent’s Park recebeu o Jardim da Rainha Elizabeth II como parte de uma proposta que une homenagem e natureza no coração de Londres. Durante anos, o espaço funcionou como viveiro responsável pelo cultivo de plantas utilizadas nos parques reais da cidade.
Agora, o local devolve cerca de dois acres de área verde ao público e passa a reunir caminhos, lagos ornamentais, prados floridos e vegetação criada para fortalecer a biodiversidade urbana.
Projeto aposta em contemplação e integração com a natureza
O jardim combina áreas mais formais com paisagens naturais. Um eixo central conduz os visitantes pelo espaço, enquanto trilhas menores permitem caminhadas entre diferentes tipos de vegetação.
Logo na entrada principal, um lago ornamental cria uma área voltada para descanso e contemplação. Ao mesmo tempo, pérgolas e espaços de permanência reforçam a proposta de desacelerar dentro do parque.
Outro detalhe importante envolve o reaproveitamento de estruturas antigas do viveiro. O projeto incorporou elementos das antigas estufas ao novo desenho paisagístico, criando uma ligação entre passado e presente.
Espécies escolhidas carregam ligações com a família real
A equipe responsável pelo jardim selecionou plantas com forte valor simbólico ligado à história da monarquia britânica. Espécies como lírio-do-vale, narcisos e tulipas aparecem ao lado de variedades associadas a eventos reais.
Além disso, o paisagismo inclui murta, alecrim e carvalho, plantas tradicionalmente ligadas à família real britânica. O projeto também reúne espécies originárias de países da Commonwealth, ampliando a diversidade botânica do espaço.
Ao todo, o jardim recebeu mais de 40 novas árvores, além de extensas áreas de flores silvestres e vegetação voltada para abelhas, borboletas e pequenos animais.
Jardim foi planejado para enfrentar mudanças climáticas
Os responsáveis pelo projeto desenvolveram o espaço com foco em adaptação climática. Sistemas naturais de drenagem controlam o fluxo da água da chuva e ajudam a manter diferentes níveis de umidade ao longo do ano.
Com isso, o jardim cria ambientes favoráveis para diversas espécies. Abelhas, aves e polinizadores já começam a ocupar os novos habitats instalados dentro da área verde.
Mais do que um memorial, o Jardim da Rainha Elizabeth II também funciona como exemplo de paisagismo urbano voltado para sustentabilidade e biodiversidade.
Por fim, o espaço já recebe visitantes diariamente dentro do Regent’s Park, com entradas distribuídas pelas regiões da Broad Walk e da Chester Road.
















