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NASA confirma explosões solares gigantes que podem afetar voos ou causar apagão global

Auge do Ciclo Solar 25 coloca satélites em vigilância e ameaça redes elétricas com tempestades geomagnéticas

Jeferson Marques

Publicado em 14/02/2026 às 20:06

Atualizado em 14/02/2026 às 20:56

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A NASA confirmou que ainda em 2026 teremos explosões solares de forte intensidade / Imagem ilustrativa/IA - Gemini

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O Sol atingiu seu estágio mais temperamental. Em fevereiro de 2026, a NASA e a NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) confirmam que entramos oficialmente no auge do Solar Maximum, o período de maior atividade do ciclo de 11 anos da nossa estrela. O que antes era apenas uma curiosidade astronômica agora se tornou uma questão de infraestrutura global: a Terra está na linha de frente de explosões solares recordes que podem mudar o ritmo do planeta nos próximos meses.

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Ápice

O monitoramento constante de fenômenos climáticos e meteorológicos ganha agora uma nova dimensão, já que a atividade solar influencia diretamente as camadas superiores da nossa atmosfera. Cientistas explicam que o Ciclo Solar 25 está se provando muito mais intenso do que as previsões iniciais sugeriam. Manchas solares gigantescas, visíveis até com equipamentos amadores, são as "fábricas" de Ejeções de Massa Coronal (CMEs) — nuvens de plasma que, ao atingirem o campo magnético da Terra, podem desencadear tempestades geomagnéticas severas.

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Risco

Para profissionais que analisam a comunicação contemporânea e a produção de texto voltada para o impacto digital, este fenômeno representa o equilíbrio perfeito entre o perigo real e o interesse público. O grande risco de 2026 não é apenas visual, como o surgimento de auroras boreais em latitudes incomuns, mas técnico. Uma explosão solar de classe X (a mais forte) tem o potencial de paralisar as comunicações via satélite, interromper o funcionamento de sistemas de GPS usados na aviação e, no pior dos cenários, sobrecarregar transformadores de redes elétricas, causando apagões regionais prolongados.

Leia também: O grande eclipse solar de 2026; animais já se preparam

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Monitoramento

A vigilância espacial nunca foi tão crítica para prever como esses eventos podem interagir com os padrões meteorológicos terrestres. A NASA utiliza atualmente uma frota de sondas, como a Parker Solar Probe, para "tocar" o Sol e enviar alertas com minutos de antecedência. Esse sistema de alerta precoce é a nossa única defesa para que operadoras de energia e empresas de telecomunicações coloquem seus sistemas em "modo de segurança" antes que a onda de choque magnética nos atinja.

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