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Não é nos EUA: o Outback mais lucrativo do mundo fica em famoso bairro de SP

Unidade do Shopping Center Norte lidera ranking global de vendas e supera matrizes americanas; Brasil é fenômeno da rede

Jeferson Marques

Publicado em 06/01/2026 às 12:41

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Outback do Center Norte, em SP, está cheio praticamente todos os dias / Imagem ilustrativa gerada por IA/DL

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Segundo dados corporativos da Bloomin' Brands — holding que controla a marca mundialmente — e relatórios de desempenho repercutidos por veículos de negócios como Forbes Brasil e Exame, a unidade do Outback Steakhouse do Shopping Center Norte, em São Paulo, sustenta o título de operação com maior faturamento do mundo. A informação é corroborada por declarações da liderança executiva da empresa no Brasil, que confirma a supremacia da loja da Zona Norte paulistana não apenas em receita, mas também em volume de vendas unitárias à frente de todas as operações nos Estados Unidos e Austrália.

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Domínio brasileiro

A liderança da unidade do Center Norte não é um caso isolado, mas o reflexo de um fenômeno de mercado. De acordo com o balanço histórico da rede, 9 dos 10 restaurantes com maior volume de vendas do planeta estão localizados no Brasil.

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A unidade do Center Norte, especificamente, passou por uma expansão em 2018 que a tornou também a maior do mundo em área construída. A operação logística para sustentar esse título é complexa: estimativas de mercado apontam que esta única loja comercializa cerca de 140 mil litros de chope e quase 100 toneladas de costela (Ribs on the Barbie) anualmente, números que superam com folga as médias globais da franquia.

A estratégia da fila

O sucesso financeiro desta unidade e do Brasil como um todo está atrelado à adaptação do conceito de casual dining aos hábitos culturais locais. Analistas de varejo apontam que a alta lucratividade do Center Norte é impulsionada pela gestão eficiente das filas de espera.

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Diferente do mercado norte-americano, onde a espera pode desencorajar o cliente, na unidade paulistana a área de espera funciona como uma extensão do bar. O consumo de aperitivos e bebidas durante o Happy Hour, enquanto se aguarda uma mesa, eleva o ticket médio e maximiza a ocupação do espaço, transformando o alto fluxo de pessoas no shopping em receita direta e constante.

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