Giuliano foi até mesmo para o livro dos recordes / Reprodução
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Aos cinco anos, Giuliano Stroe virou um fenômeno mundial. Apontado como o “menino mais forte do mundo”, ganhou espaço na TV e entrou para o Guinness World Records após bater um recorde impressionante ainda na infância.
Os vídeos em que aparecia fazendo exercícios avançados, como flexões em posição de 90 graus e treinos em argolas, rodaram o planeta em 2008. A fama veio rápida — e acompanhada de críticas.
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Houve questionamentos sobre a intensidade dos treinos, além de investigações e avaliações médicas que indicaram impactos físicos causados pelo esforço precoce.
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Com o tempo, os holofotes se apagaram. Hoje, aos 21 anos, Giuliano vive na Itália e retomou a exposição pública nas redes sociais. O fisiculturismo ficou para trás, mas não o esporte. Ele agora se dedica ao boxe, modalidade que exibe em vídeos de treinos e competições.
Longe da imagem de criança prodígio, Giuliano tenta construir uma nova identidade: a de jovem atleta, determinado a seguir no esporte por escolha própria — e não apenas pela fama do passado