O McDonald's é hoje uma das maiores redes de fast food do planeta, mas sua história começou de forma modesta. / Andrew Blackburn/WikimediaCommons
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O McDonald's é hoje uma das maiores redes de fast food do planeta, mas sua história começou de forma modesta. Em 1937, os irmãos Richard e Maurice McDonald abriram uma pequena lanchonete em Arcadia, na Califórnia, apostando em um modelo direto: hambúrgueres preparados rapidamente e vendidos a preços acessíveis.
A proposta rompia com o padrão dos restaurantes tradicionais da época, que ofereciam cardápios extensos e atendimento demorado. O sucesso foi quase imediato. Com o aumento da clientela, os irmãos ampliaram o espaço e adotaram o icônico “M” dourado, símbolo que se tornaria um dos mais reconhecidos do mundo.
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Mesmo com o crescimento, o foco na eficiência e na padronização continuava sendo o principal diferencial do negócio.
A grande virada ocorreu em 1955, quando Ray Kroc, então vendedor de máquinas de milk-shake, percebeu que os irmãos haviam comprado seis liquidificadores de uma só vez. Intrigado com a demanda, decidiu visitar o restaurante e ficou impressionado com o volume de vendas e a organização da operação.
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Kroc enxergou potencial para algo muito maior. Enquanto os fundadores preferiam manter um crescimento mais controlado, ele defendia uma expansão agressiva por meio de franquias. Em 1961, comprou o negócio por US$ 2,7 milhões e assumiu o comando da marca.
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Os irmãos ainda negociaram a promessa de receber 0,5% dos lucros futuros, mas o acordo não foi formalizado oficialmente e nunca foi pago.
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Sob a liderança de Kroc, o McDonald’s investiu pesado em padronização de processos, marketing e expansão internacional. A marca se consolidou como símbolo da cultura americana e da alimentação rápida ao longo do século 20.
Hoje, a rede está presente em 119 países, com quase 40 mil unidades espalhadas pelo mundo, consolidando-se como uma das marcas mais valiosas do setor.
Apesar de terem criado o conceito que revolucionou o mercado, Richard e Maurice acabaram ficando em segundo plano na narrativa empresarial. Maurice morreu em 1971, aos 69 anos, vítima de um ataque cardíaco. Já Richard viveu até 1998, aos 89 anos, e declarou em entrevistas que não se arrependia da venda.
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