Com o auxílio de Inteligência Artificial, o telescópio espacial Hubble identificou mais de 1.400 fenômenos cósmicos raros, incluindo centenas de objetos inéditos até então desconhecidos pela ciência / Captura de tela/YouTube/Nasa Goddard
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Sem dúvidas, o universo ainda é uma incógnita para cientistas e pesquisadores ao redor do mundo, devido à sua imensidão e complexidade. No entanto, uma descoberta científica inédita pode ser um grande passo para entendermos um pouco mais da sua existência fascinante.
Utilizando de Inteligência Artificial (IA), o telescópio espacial Hubble, lançado pela Nasa, foi capaz de registrar imagens de centenas de fenômenos cósmicos raros, segundo um estudo publicado na revista Astronomy & Astrophysics.
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Ao analisar os arquivos, cientistas identificaram mais de 1.400 objetos raros e incomuns, e outros 800 deles são considerados completamente inéditos e desconhecidos pelo conhecimento humano.
Do mesmo modo, os aspectos descobertos incluem fusões galácticas (fenômeno em que duas ou mais galáxias colidem), lentes gravitacionais (distorção no espaço-tempo por um objeto massivo) e outras estruturas exóticas.
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Durante a operação, o uso da IA foi extremamente útil não apenas à análise de múltiplos arquivos simultaneamente, agilizando o trabalho humano, mas também confirmou a existência dos objetos cósmicos não-identificados, possibilitando estudos futuros e um potencial desenvolvimento científico.
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*O texto contém informações do portal Olhar Digital e da revista Astronomy & Astrophysics
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