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IA registra anomalias cósmicas em imagens de telescópio famoso da NASA

Com o uso da tecnologia, cerca de 1.400 objetos incomuns foram detectados em arquivos do Hubble, equipamento espacial da NASA

Maria Clara Pasqualeto

Publicado em 29/01/2026 às 13:30

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Com o auxílio de Inteligência Artificial, o telescópio espacial Hubble identificou mais de 1.400 fenômenos cósmicos raros, incluindo centenas de objetos inéditos até então desconhecidos pela ciência / Captura de tela/YouTube/Nasa Goddard

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Sem dúvidas, o universo ainda é uma incógnita para cientistas e pesquisadores ao redor do mundo, devido à sua imensidão e complexidade. No entanto, uma descoberta científica inédita pode ser um grande passo para entendermos um pouco mais da sua existência fascinante.

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Utilizando de Inteligência Artificial (IA), o telescópio espacial Hubble, lançado pela Nasa, foi capaz de registrar imagens de centenas de fenômenos cósmicos raros, segundo um estudo publicado na revista Astronomy & Astrophysics

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Ao analisar os arquivos, cientistas identificaram mais de 1.400 objetos raros e incomuns, e outros 800 deles são considerados completamente inéditos e desconhecidos pelo conhecimento humano.

Do mesmo modo, os aspectos descobertos incluem fusões galácticas (fenômeno em que duas ou mais galáxias colidem), lentes gravitacionais (distorção no espaço-tempo por um objeto massivo) e outras estruturas exóticas. 

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Durante a operação, o uso da IA foi extremamente útil não apenas à análise de múltiplos arquivos simultaneamente, agilizando o trabalho humano, mas também confirmou a existência dos objetos cósmicos não-identificados, possibilitando estudos futuros e um potencial desenvolvimento científico. 

Aproveite e leia também: Estudo da USP com estrelas de 10 bilhões de anos desafia origem da Via Láctea

*O texto contém informações do portal Olhar Digital e da revista Astronomy & Astrophysics

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Entre as descobertas estão fusões galácticas e lentes gravitacionais, fenômenos que ajudam os cientistas a compreender a dinâmica e a estrutura do universo em larga escala. Unsplash/Guillermo Ferla
Entre as descobertas estão fusões galácticas e lentes gravitacionais, fenômenos que ajudam os cientistas a compreender a dinâmica e a estrutura do universo em larga escala. Unsplash/Guillermo Ferla
Cerca de 800 objetos identificados pelo estudo são considerados completamente inéditos, reforçando o quanto o universo ainda guarda segredos a serem desvendados pela ciência. Unsplash/Jeremy Thomas
Cerca de 800 objetos identificados pelo estudo são considerados completamente inéditos, reforçando o quanto o universo ainda guarda segredos a serem desvendados pela ciência. Unsplash/Jeremy Thomas
Com o auxílio de Inteligência Artificial, o telescópio espacial Hubble identificou mais de 1.400 fenômenos cósmicos raros, incluindo centenas de objetos inéditos até então desconhecidos pela ciência. Captura de tela/YouTube/Nasa Goddard
Com o auxílio de Inteligência Artificial, o telescópio espacial Hubble identificou mais de 1.400 fenômenos cósmicos raros, incluindo centenas de objetos inéditos até então desconhecidos pela ciência. Captura de tela/YouTube/Nasa Goddard
A aplicação da IA permitiu a análise simultânea de milhares de imagens arquivadas pelo Hubble, otimizando o trabalho dos pesquisadores e abrindo caminho para novas investigações astronômicas. Captura de tela/YouTube/Nasa Goddard
A aplicação da IA permitiu a análise simultânea de milhares de imagens arquivadas pelo Hubble, otimizando o trabalho dos pesquisadores e abrindo caminho para novas investigações astronômicas. Captura de tela/YouTube/Nasa Goddard
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