Homem fica mais de 260 horas sem dormir; o que aconteceu com ele?

Esse foi um dos primeiros estudos sobre a falta de sono e seus efeitos no corpo humano

Foto meramente ilustrativa, que não representa as pessoas citadas no texto

Foto meramente ilustrativa, que não representa as pessoas citadas no texto | Foto de Shvets Production/Pexels

Em 196 Randy Gardner, na época um estudante de 17 anos da Califórnia, EUA, testou todos os seus limites físicos e mentais ao ficar 264 horas sem dormir, o que equivalente a 11 dias e 25 minutos. Mas o que aconteceu com ele?

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A experiência aconteceu sob a supervisão do neurocientista William Dement, muito aclamado naquela década e um dos líderes em pesquisas relacionadas ao sono e o corpo humano.

Logo após os primeiros dias Gardner sentia apenas sono e cansaço, com momentos entre irritação leve e moderada. Porém, ao longo do tempo as coisas foram piorando.

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Mais dias se passaram e as alterações de humor eram frequentes. Momentos de irritação forte, problemas de memória, tontura e outros sintomas de coordenação motora transformaram Gardner em outra pessoa.

No penúltimo e última dia do experimento ele não conseguia pronuncia frases coerentes e teve alucinações.

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Os testes foram interrompidos e o jovem dormiu por 14 horas seguidas. Quando acordou, estava melhor de muitos dos sintomas anteriores e, em poucos dias, voltou a ser quem era.

O estudo do Dr. Dement foi fundamental para provar dentro da medicina que a falta de sono pode causar problemas muito sérios e, até mesmo, levar uma pessoa à morte.

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E ainda sobre o tema, uma pesquisa recente apontou que 65% dos brasileiros não dormem bem.