Com o surgimento de novas gerações, os rótulos de relacionamentos também vão se atualizando. Entre a geração Z, composta pelos nascidos entre 1997 e 2010, alguns estão cada vez mais comuns e exercidos. Três casos bastante comuns são o “throning”, “NATO” e “Agamia”.
Mesmo que os nomes soem estranhos, na prática eles são mais normais do que imaginamos.
Confira mais detalhes sobre os três rótulos de relacionamentos mais comuns entre a geração Z
Throning
Este existe desde o início dos tempos, e ele significa namorar alguém apenas para aumentar sua reputação.
Segundo um estudo divulgado pela revista Science Advances, os usuários dos aplicativos de namoro costumam procurar um par que seja “25% mais desejável que eles”.
A análise também apontou que, mesmo que o relacionamento pareça benéfico para ambas as partes, a entronização pode ocasionar relacionamentos superficiais e insatisfatórios.
NATO
Os adeptos deste modelo de relacionamento costumam não criar expectativas específicas, assim como não esperam que os encontros possam levar a algo sério.
A ideia é sempre encarar a troca romântica como uma “jornada de descoberta”, sem focar no que ela poderá se tornar.
NATO significa “Not Attached To An Outcome” (“não vinculado a um resultado”, em tradução livre), e consiste em focar no presente, sem criar expectativas sobre o futuro da relação ou colocar rótulos.
Agamia
Este modelo é pouco conhecido, mas está crescendo entre a geração atual e trata de pessoas que não querem se envolver emocionalmente com ninguém.
Para este modelo, é importante informar ao parceiro sobre a condição, expondo que não deseja um relacionamento sério.
