Antes da tragédia de 79 d.C., Pompeia era uma cidade vibrante do Império Romano, com ruas largas, comércios ativos e uma intensa vida social / Reprodução/YouTube/Altair4 Multimedia
Uma das maiores tragédias ambientas já registrada, a cidade de Pompeia foi completamnete soterrada após a erupção do Monte Vesúvio, em 79 d.C. Atualmente, não sobrou apenas nada além de ruas cobertas pela cor cinza, sendo visível a figura de monumentos e até mesmo de corpos humanos.
No entanto, o município já foi, há muito tempo atrás, um lugar vívido e vibrante, com construções mais antigas que o Coliseu de Roma. Alguns registros do sítio arqueológico recuperados mostram como era a vida antes de um dos maiores desastres da história.
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Hoje, Pompeia é um sítio arqueológico coberto por cinzas vulcânicas, onde ruínas, monumentos e moldes de corpos humanos revelam os impactos da erupção do Vesúvio. Wikimedia Commons/Jebulon
As vilas elegantes de Pompeia atraíam moradores de diferentes classes sociais e serviam como destino de descanso e lazer, muito antes da construção do Coliseu de Roma. Captura de tela/YouTube/Altair4 Multimedia Archeo3D Production
Avançada para sua época, a cidade contava com um sofisticado sistema de abastecimento de água, incluindo aquedutos, reservatórios e canalização sob o pavimento das ruas. Captura de tela/YouTube/Altair4 Multimedia Archeo3D Production
Antes da tragédia de 79 d.C., Pompeia era uma cidade vibrante do Império Romano, com ruas largas, comércios ativos e uma intensa vida social. Captura de tela/YouTube/Altair4 Multimedia Archeo3D Production
Com cafés, restaurantes, tavernas e ruas largas, a cidade era um verdadeiro patrimônio do Império Romano. As vilas eram elegantes, sendo um destino de férias tanto para ricos quanto para pobres.
Além disso, a cidade possuía um sistema complexo de abastecimento de água, casas de banho e um porto. Sendo uma região avançada e "inteligente" para a época, possuía um arqueduto próprio, no qual a água passava para um reservatório e, logo em seguida, era distribuída sob o pavimento das ruas.
Apesar da sua condição atual, o município é considerado patrimônio mundial da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a
Cultura), e recebe, aproximadamente, 2,5 milhões de visitantes por ano.
No entanto, o grande número de turistas pode se tornar um problema à preservação do local, visto que os visitantes percorrem os mesmos caminhos e isso pode desgastar as estruturas, que já estão danificadas.
*O texto contém informações do portal History Defined