Os escorredores externos estão sendo substituídos por sistemas de secagem ocultos dentro de gavetas ou armários / ImageFX
Continua depois da publicidade
A cena é comum em quase toda casa brasileira: uma cozinha linda, mas com o visual comprometido por um escorredor de metal ou plástico transbordando louça sobre a pia.
No entanto, uma nova tendência de design está decretando a aposentadoria desses acessórios externos. A solução, que já é febre em projetos de alto padrão para 2026, transfere a zona de secagem para o interior dos armários, deixando as superfícies de trabalho totalmente desimpedidas.
Continua depois da publicidade
A proposta central é simples, mas transforma a rotina: em vez de ocupar a bancada, a louça recém-lavada é acomodada em gavetões ou nichos inferiores estrategicamente ventilados.
Estes compartimentos são equipados com grades de aço inoxidável e bandejas coletoras ocultas que impedem o acúmulo de umidade no móvel.
Continua depois da publicidade
O impacto é imediato. Ao fechar a gaveta, a "poluição visual" dos pratos e talheres desaparece, conferindo à cozinha aquele aspecto de vitrine, com linhas contínuas e limpas que facilitam até a higienização do ambiente.
Além do apelo estético inegável, a troca do escorredor de bancada pela versão embutida oferece vantagens práticas que vão além da beleza:
Amplitude Visual: Em cozinhas compactas, liberar 40 ou 50 centímetros de bancada faz o ambiente parecer muito maior.
Continua depois da publicidade
Ergonomia Superior: Diferente dos antigos armários aéreos de secagem, as gavetas inferiores eliminam o esforço de levantar os braços com itens pesados ou molhados, deixando tudo ao alcance das mãos.
Higiene e Praticidade: Os sistemas modernos contam com bandejas removíveis de fácil limpeza e, em modelos mais avançados, conexão direta com o dreno da pia, eliminando o descarte manual da água.
Dica do editor: Adeus tintura: A técnica que permite abandonar a química sem ficar com a raiz marcada.
Continua depois da publicidade
Embora o cenário ideal seja incluir essa tecnologia no planejamento de uma cozinha nova, o mercado já oferece kits de adaptação. É possível converter armários base já existentes instalando trilhos telescópicos e suportes de drenagem específicos.
Para quem não pretende mexer na marcenaria agora, o conceito serve como um guia para o futuro: a tendência é que as superfícies de trabalho sejam usadas exclusivamente para o preparo de alimentos, enquanto a secagem e o armazenamento se fundem em um único processo invisível aos olhos das visitas.