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Um dos efeitos mais fascinantes da natureza, essa adaptação biológica não serve apenas para iluminar o caminho, mas também funciona como uma estratégia de sobrevivência
Na escuridão absoluta do fundo do mar, algumas espécies desenvolveram a bioluminescência como estratégia essencial para sobreviver, se comunicar e caçar / Unsplash/James Jeremy Beckers
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O fundo do mar abriga espécies fascinantes que, muitas vezes, nem a ciência consegue compreender totalmente. Contudo, você sabia que há certas criaturas marinhas capazes de brilhar mesmo na escuridão absoluta? Isso não é mágica, mas o resultado de reações químicas complexas e extremamente eficientes.
O mais impressionante é que essa característica não serve apenas para guiar esses seres; ela é, simultaneamente, um recurso de sobrevivência, comunicação e até de predação.
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Tudo começa com dois elementos: uma molécula chamada luciferina e uma enzima conhecida como luciferase. Quando entra em contato com a enzima, a luciferina torna-se capaz de emitir luz visível. Esse fenômeno é a bioluminescência — ou seja, a luz produzida diretamente por organismos vivos.
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Além disso, essa reação química não ocorre apenas em espécies marinhas: ela também faz parte de outras criaturas conhecidas, como vaga-lumes, fungos e bactérias. Durante o processo de criação da luz, a energia liberada não gera calor excessivo, o que preserva a integridade física desses animais.
Na realidade, os traços do efeito dependem muito do ambiente onde o animal está localizado, visto que eles podem ajustar a intensidade e a cor do brilho conforme suas necessidades espaciais.
Algumas espécies produzem efeitos variados, com particularidades distintas: enquanto algumas apresentam cores azuladas, outras exibem tons esverdeados. Do mesmo modo, as funções dependem da criatura em questão: algumas utilizam suas habilidades para a caça ou atração de presas, enquanto outras focam na defesa.
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*O texto contém informações do portal Catraca Livre