Família constrói 6 minicasas para economizar energia usando a técnica dos ‘4 Rs’

Veja como a família Brinks construiu um refúgio sustentável com casas minúsculas, economizando e vivendo com um propósito maior

Descubra a inovação dos Brinks: seis casas separadas, menos lixo e a busca por uma vida mais autônoma

Descubra a inovação dos Brinks: seis casas separadas, menos lixo e a busca por uma vida mais autônoma | Imagem gerada por IA

A família Brinks revoluciona a forma de morar com um projeto singular de casas minúsculas. Cinco anos atrás, eles se mudaram de Michigan para um terreno em Kentucky, determinados a criar uma vila sustentável, visando a economia e a redução máxima do impacto ambiental.

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Com Ryan, Keli e seus filhos, Lennox e Brodey, cada um desfruta de sua própria residência em miniatura. A decisão teve como principal motivação a garantia de privacidade, segundo Keli, e o incentivo a um consumo diário muito mais consciente.

Esta escolha pelas casas minúsculas não só otimiza o aproveitamento do espaço, mas também se alinha com os valores ecológicos. Dessa forma, a família Brinks serve de exemplo, mostrando que é perfeitamente viável adotar um estilo de vida mais autônomo, reduzindo gastos e desperdícios.

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Como estamos falando sobre casas, conheça uma que está suspensa a 3 mil metros de altura e desafia a física.

História da vila sustentável

Em busca de uma existência com maior liberdade, os Brinks deixaram Michigan e adquiriram quase 85 mil metros quadrados de terra em Kentucky, por R$ 250 mil, segundo o jornal O Globo. O ambicioso projeto era criar um ambiente ecológico, totalmente focado no conceito de casas minúsculas e na autonomia.

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A casa principal, pertencente a Ryan e Keli, tem 26 metros quadrados. Embora compacta, ela foi concebida com adicionais como mais janelas, uma porta extra e dormitórios com abundante luz natural, custando quase R$ 40 mil. Detalhes que agregaram conforto ao casal.

Lennox e Brodey têm suas próprias cabines personalizadas, com liberdade para definir o design e a decoração. Contudo, suas casas não incluem banheiros, o que exige uma adaptação à rotina. Para as necessidades de higiene, eles utilizam uma casa separada.

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Há uma casa comum com dois banheiros, atendendo a todos os membros. A vila também inclui uma casa da piscina, com 16 metros quadrados, ideal para o lazer, e uma casa de hóspedes. Assim, cada estrutura é pensada para promover o bem-estar e a funcionalidade coletiva.

Por que casas minúsculas?

Keli, a mãe, teve um papel crucial nessa mudança. “Inicialmente, meu marido queria que ficássemos todos juntos em uma casa, mas eu argumentei em nome das crianças em busca de mais privacidade”, ela revelou. A solução das casas individuais foi a mais acertada para a família.

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A ausência de banheiros nas residências dos filhos pode parecer um contratempo. Contudo, Lennox não se queixa: “Não é tão ruim assim”, ele garante. “Parece muito pior do que é. É só colocar um casaco se estiver frio ou chovendo”. 

A economia de energia é um dos grandes benefícios. Keli explica que locais menores são mais fáceis de aquecer e resfriar, otimizando o consumo. Dessa forma, as casas minúsculas representam uma opção inteligente para quem deseja diminuir os gastos mensais com eletricidade de maneira eficiente.

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A família Brinks produz apenas um único saco de lixo por semana, um resultado impressionante. Esse sucesso vem de um comprometimento forte com a regra RRRR: recusar, reduzir, reutilizar e reciclar. Esse princípio orienta cada uma de suas escolhas de consumo e de vida.

Na prática, eles recusam sacolas plásticas em supermercados, preferindo as de pano, e compostam quase todos os alimentos. As sobras são destinadas às galinhas. Além disso, reciclam tudo o que é permitido e raramente utilizam a secadora, priorizando métodos de secagem natural.