Nova extinção em massa começou sua aceleração a partir da Revolução Industrial / Freepik
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Cientistas alertam que a Terra enfrenta uma perda de vida sem precedentes agora. Diferente dos dinossauros, o motivo atual somos nós, seres humanos. Esse processo avança de forma discreta, porém devastadora para o ecossistema global hoje no mundo.
A musaranha-das-Ilha Christmas sumiu após a chegada de espécies invasoras rapidamente. Além dela, animais como os bandicotes australianos desapareceram completamente da natureza selvagem.
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Esses pequenos marsupiais não resistiram aos predadores introduzidos pelo homem no passado recente de lá.
Na África, o caracol-cone também deixou de existir recentemente na costa marítima. Enquanto isso, o maçarico-de-bico-fino parou de cantar em suas longas migrações.
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Atualmente, a Lista Vermelha aponta que muitos seres avaliados correm o sério risco de sumir.
Veja mais: Planta mais cobiçada do mundo é encontrada em terras brasileiras, mas pode entrar em extinção.
Contudo, existe uma esperança chamada de “desextinção natural” pela ciência moderna.
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O celacanto é o maior exemplo disso, ressurgindo após milhões de anos. Por outro lado, a engenharia genética busca recriar animais em laboratórios de ponta atualmente no planeta.
Pesquisadores já trabalham para reconstruir o genoma de lobos-terríveis (Aenocyon dirus) hoje em dia.
Esse avanço gera discussões éticas profundas sobre o papel da humanidade. Afinal, interferir na história natural do planeta exige muita cautela e grande responsabilidade ambiental das pessoas.
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