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Extinção em massa hoje: o que os dinossauros não enfrentaram, nós estamos causando agora

Saiba como a ação humana está acelerando o desaparecimento de milhares de espécies silenciosamente

Pedro Henrique Fonseca

Publicado em 13/03/2026 às 18:05

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Nova extinção em massa começou sua aceleração a partir da Revolução Industrial / Freepik

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Cientistas alertam que a Terra enfrenta uma perda de vida sem precedentes agora. Diferente dos dinossauros, o motivo atual somos nós, seres humanos. Esse processo avança de forma discreta, porém devastadora para o ecossistema global hoje no mundo.

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O rastro de espécies que o mundo perdeu

A musaranha-das-Ilha Christmas sumiu após a chegada de espécies invasoras rapidamente. Além dela, animais como os bandicotes australianos desapareceram completamente da natureza selvagem.

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Esses pequenos marsupiais não resistiram aos predadores introduzidos pelo homem no passado recente de lá.

Na África, o caracol-cone também deixou de existir recentemente na costa marítima. Enquanto isso, o maçarico-de-bico-fino parou de cantar em suas longas migrações.

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Atualmente, a Lista Vermelha aponta que muitos seres avaliados correm o sério risco de sumir.

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O dilema científico de reverter o fim

Contudo, existe uma esperança chamada de “desextinção natural” pela ciência moderna.

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O celacanto é o maior exemplo disso, ressurgindo após milhões de anos. Por outro lado, a engenharia genética busca recriar animais em laboratórios de ponta atualmente no planeta.

Pesquisadores já trabalham para reconstruir o genoma de lobos-terríveis (Aenocyon dirus) hoje em dia.

Esse avanço gera discussões éticas profundas sobre o papel da humanidade. Afinal, interferir na história natural do planeta exige muita cautela e grande responsabilidade ambiental das pessoas.

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