DESCOBERTA CIENTÍFICA

Universidade famosa confirma que a Groenlândia está mudando de lugar e indica pane global

Cientistas de todo o mundo se reuniram e descobriram que o território se desloca dois centímetros por ano

Maria Clara Pasqualeto

Publicado em 07/01/2026 às 18:45

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Enquanto algumas áreas da ilha se elevam, outras apresentam afundamento lento. Unsplash/Visit Greenland
Enquanto algumas áreas da ilha se elevam, outras apresentam afundamento lento. Unsplash/Visit Greenland
Os deslocamentos da Groenlândia podem influenciar sistemas de navegação e posicionamento. Unsplash/Mads Schmidt Rasmussen
Os deslocamentos da Groenlândia podem influenciar sistemas de navegação e posicionamento. Unsplash/Mads Schmidt Rasmussen
Em regiões com derretimento de gelo mais intenso, a crosta terrestre tende a subir como resposta à perda de massa glacial. Unsplash/Tina Rolf
Em regiões com derretimento de gelo mais intenso, a crosta terrestre tende a subir como resposta à perda de massa glacial. Unsplash/Tina Rolf
Pesquisadores utilizaram dados de 58 estações de GNSS espalhadas pela Groenlândia ao longo de 20 anos. Unsplash/Visit Greenland
Pesquisadores utilizaram dados de 58 estações de GNSS espalhadas pela Groenlândia ao longo de 20 anos. Unsplash/Visit Greenland
Estudo revela que a maior ilha do planeta se desloca cerca de 2 centímetros por ano. Unsplash/Visit Greenland
Estudo revela que a maior ilha do planeta se desloca cerca de 2 centímetros por ano. Unsplash/Visit Greenland

Estudo revela que a maior ilha do planeta se desloca cerca de 2 centímetros por ano / Unsplash/Visit Greenland

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Cientistas e pesquisadores internacionais realizaram, recentemente, uma descoberta inédita sobre a Groenlândia, a maior ilha do planeta com aproximadamente 2,166,000 km² de território.

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Segundo estudo conduzido pela Universidade Técnica da Dinamarca, a ilha está sofrendo deslocamentos em consequência de fatores climáticos e geográficos. 

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A pesquisa foi fruto de 20 anos contínuos de observações e, com os resultados, foi possível concluir que o território se move dois centímetros por ano, fazendo com que o solo suba e afunde, o que gera deformações. Esse deslocamento geográfico surpreendeu até mesmo os cientistas responsáveis pelo estudo.

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Pesquisa

Para atingir a conclusão do estudo, os cientistas envolvidos coletaram informações de aproximadamente 58 estações de GNSS (Global Navigation Satellite System). A sigla é usada para se referir a sistemas de satélites que fornecem posicionamento, navegação e sincronização de tempo para qualquer lugar no mundo. 

Com isso, os equipamentos foram distribuídos ao redor de toda a ilha, permitindo que pesquisadores observassem a região quando e onde quisessem. 

Uma das principais descobertas em relação ao solo da ilha - que sobe e afunda - foi que os movimentos são diferentes dependendo do local específico em que ocorrem. Em áreas nas quais o degelo do Ártico é mais intenso, a crosta tende a subir devido à camada de gelo. Todavia, há lados em que o terreno afunda de forma lenta.

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Essa pesquisa, portanto, é considerada de caráter essencial à compreensão e que não deve ser ignorada, visto que o fenômeno afeta, simultaneamente, questões como a navegação e sistemas de posicionamento.

*O texto contém informações do portal CPG Click Petróleo e Gás

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