Empresas estão tendo dor de cabeça com funcionários da Geração Z; entenda

Pesquisas apontam que 95% dos jovens dessa geração admitem ficar ausentes de suas funções em algum momento do horário de trabalho

A pesquisa identificou 15 formas diferentes de evasão no ambiente corporativo da Geração Z

A pesquisa identificou 15 formas diferentes de evasão no ambiente corporativo da Geração Z | Freepik/drobotdean

A Geração Z trouxe diversas mudanças para o mercado de trabalho, tanto positivas quanto desafiadoras. Com novas perspectivas sobre carreira e equilíbrio entre vida pessoal e profissional, esses jovens também apresentam comportamentos que têm causado preocupação entre empregadores. 

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Empresas de diversos setores relatam dificuldades em lidar com padrões de trabalho dessa geração, gerando desconforto entre gestores e líderes.

Um dos principais problemas enfrentados pelas empresas é a falta de comprometimento durante o expediente. 

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Pesquisas apontam que 95% dos jovens dessa geração admitem ficar ausentes de suas funções em algum momento do horário de trabalho. Isso inclui desde distrações com redes sociais até pausas prolongadas sem justificativa.

Essas mudanças geracionais estão redefinindo as relações profissionais e exigindo adaptações das empresas, inclusive, o fenômeno ‘microaposentadoria’ tem ganhado força.

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Entretanto, essa não é a única questão que vem preocupando os empregadores. De acordo com um estudo da PapersOwl, muitos jovens da Geração Z confessaram recorrer a práticas de conduta moral duvidosa para reduzir a carga de trabalho. 

Entre os comportamentos mais comuns estão sair mais cedo sem autorização, utilizar bens da empresa para fins pessoais e até tirar cochilos durante o expediente.

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A pesquisa identificou 15 formas diferentes de evasão no ambiente corporativo. A maioria dos entrevistados admitiu ter adotado pelo menos uma dessas práticas. 

Entre as opções mais votadas, sair mais cedo do trabalho foi relatado por 34% dos participantes, seguido por fingir estar doente para tirar um dia de folga, mencionado por 27%.

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Outros comportamentos também chamaram atenção, todos com 20% de adesão entre os entrevistados: chegar atrasado, realizar apenas o mínimo necessário, utilizar inteligência artificial para concluir tarefas, dormir durante o expediente, registrar mais horas do que realmente trabalhadas e usar recursos da empresa para hobbies pessoais. 

Essas atitudes indicam um novo desafio para as empresas, que precisam encontrar maneiras de engajar seus funcionários e garantir produtividade.

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Quando questionados sobre o que poderia motivá-los a se dedicar mais ao trabalho, 50% dos jovens apontaram que salários mais altos seriam um fator determinante, mas não o único. 

Outras respostas incluíram a criação de um ambiente corporativo mais positivo e menos tóxico, a necessidade de sustentar suas famílias e a busca por desafios profissionais que os incentivem a crescer.