“Em 58 foi Pelé, em 62 foi o Mané…” — Relembre música cantada nas arquibancadas da Copa do Mundo que volta com tudo em 2026

Do feito inédito de Pelé em 58 à consagração do Fenômeno em 2002, veja como os cantos no estádio mantém a esperança do torcedor brasileiro viva

Jogadores e torcedores com camisas da Seleção Brasileira celebram em estádio lotado com grande bandeira do Brasil estendida ao centro

A especificidade de transformar a história das nossas cinco estrelas em música é a joia da coroa que mantém o sonho do hexa pulsando forte | Imagem gerada por IA | Google Flow

A Copa do Mundo é um evento que transcende apenas o futebol. É cantar e vestir a camisa de seu país, reunir sua família, amigos e até desconhecidos na frente da televisão, todos juntos pelo mesmo sonho.

Nesse contexto, a música “Brasilzão” é a mais cantada nas arquibancadas e nas ruas do Brasil, homenageando e unindo craques como Pelé e Ronaldo Fenômeno em um único ritmo.

Quem cria as músicas de arquibancada?

Criado em 2008, o Movimento Verde Amarelo (MVA) é uma iniciativa de torcedores que buscam mudar a forma de como o povo brasileiro torce por suas seleções.

Com isso, as principais músicas cantadas durante os jogos da Seleção Brasileira são criadas por esse movimento, com “Brasilzão” sendo a mais famosa dentre elas.

“Primeiro tetra campeão, único penta é o Brasilzão”

Ganhando popularidade na Copa do Mundo de 2018, na Rússia, a música evidencia e homenageia os principais craques e suas respectivas conquistas pela Seleção brasileira.

Veja a letra em sua íntegra:

É, em 58, foi Pelé
Em 62, foi o Mané
Em 70, o esquadrão
Primeiro a ser tricampeão

Oh, 94, Romário
2002, Fenômeno
Primeiro tetracampeão
Único penta é o Brasilzão!

Oh, Brasil, olê, olê, olê!
Brasil, olê, olê, olê!
Brasil, olê, olê, olê!
Brasil, olê, olê, olê!

Cada uma de seus versos evidenciam cada uma das conquistas do Brasil, em sua ordem cronológica.

Dentre eles, estão 1958 (Pelé), 1962 (Mané Garrincha) 1970 (O “Esquadrão de 70”, como era chamada a Seleção por conta de seu forte time), 1994 (Romário) e 2002 (Ronaldo Fenôemeno).

O impacto dentro das quatro linhas

Mais do que embalar os torcedores, músicas como essa têm um impacto direto dentro das quatro linhas. Ao ouvir milhares de vozes entoando os nomes de Pelé, Garrincha, Romário e Ronaldo, a nova geração de atletas que veste a camisa do Brasil é constantemente lembrada do peso e da responsabilidade dessa história.

Assim, além de uma homenagem, a música serve também de motivação para os jogadores que brigam pela sexta estrela brasileira, os lembrando do legado histórico que carregam.

A repercussão da música

Dessa forma, a música rapidamente se tornou marca da torcida brasileira, sendo cantada em todos os jogos da amarelinha desde 2018. Além disso, a música caiu nas graças de toda a população do país, sendo também escutada nas ruas de todo o Brasil.

Assim, os torcedores esperam ansiosamente a próxima versão dessa música, com o sexto título brasileiro. O “sonho do Hexa” se mantém vivo, não importa o tempo que passe.