Água da nascente e luz própria: a incrível autossuficiência de um eremita chinês / Reprodução/ Youtube
Continua depois da publicidade
A história da família de Yang no Vale de Lichuan começou há mais de um século. Há cerca de 50 anos, ele decidiu manter o legado e viver sozinho em uma caverna no penhasco.
Localizada na província de Hubei, sua casa é um exemplo raro de moradia funcional em meio à natureza.
Continua depois da publicidade
O mundo só descobriu seu paradeiro graças ao trabalho da criadora de conteúdo Qingyunji.
A residência escondida entre as pedras oferece uma segurança surpreendente para quem a vê de longe.
Continua depois da publicidade
A estrutura foi montada aproveitando a própria encosta e expandida com materiais locais, como a terra. Por causa disso, a casa se mostra resistente aos desafios impostos pela geografia acidentada da região.
Outro ponto positivo é a estabilidade térmica proporcionada pelas paredes naturais de pedra. O interior da caverna ignora as variações externas, mantendo-se fresco no verão e aquecido no inverno.
Consequentemente, Yang desfruta de um conforto constante sem depender de sistemas modernos de climatização.
Continua depois da publicidade
A rotina de Yang demonstra que é possível viver afastado sem estar totalmente desconectado.
Ele capta água potável de fontes naturais que atravessam a estrutura da sua casa. Além do mais, o morador conta com eletricidade básica instalada estrategicamente na encosta do penhasco.
Com 150 mil garrafas recicladas, homem cria ilha flutuante habitável no litoral do México
Continua depois da publicidade
Para manter suas finanças, ele cuida de um pequeno jardim focado em ervas medicinais.
Yang viaja até aldeias próximas para vender suas plantas e garantir seu sustento diário. Dessa maneira, ele mantém um vínculo essencial com a sociedade enquanto preserva sua privacidade.
No passado, a caverna abrigou toda a família de Yang, incluindo seus irmãos e pais.
Continua depois da publicidade
Após a partida dos entes queridos, ele optou por permanecer no local que carrega sua história. Embora viva em solidão, ele descreve sua trajetória como uma experiência de harmonia plena.
Para o chinês, o silêncio das montanhas é um presente valioso para a alma.
Ele prefere a calma do penhasco ao movimento acelerado encontrado nas grandes cidades modernas. Assim, sua vida segue um ritmo próprio, pautado pela simplicidade e pelo respeito à natureza.
Continua depois da publicidade