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Conhecida como meca, o peixe tem carne firme, sabor marcante e surge como alternativa nutritiva à carne vermelha durante os 40 dias que antecedem a Páscoa
Durante a Quaresma, muitos fiéis reduzem ou suspendem o consumo de carne vermelha, especialmente às sextas-feiras. / Reprodução
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Durante a Quaresma, muitos fiéis reduzem ou suspendem o consumo de carne vermelha, especialmente às sextas-feiras. Para quem sente falta de cortes mais suculentos, uma alternativa tem ganhado destaque nas peixarias: a meca, conhecida popularmente como “picanha do mar”.
O apelido não é por acaso. A meca tem carne firme, textura macia e sabor marcante, características que lembram cortes bovinos mais nobres. Vendida geralmente em postas altas, ela é ideal para grelha, churrasqueira ou frigideira.
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A comparação vem da espessura da posta e da suculência após o preparo. Assim como a picanha, a meca mantém a umidade interna quando selada corretamente, criando uma camada dourada por fora e maciez por dentro.
Além disso, é um peixe que não desmancha com facilidade, o que facilita o preparo até para quem não tem tanta prática na cozinha.
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Por ser um peixe mais consistente, também proporciona maior sensação de saciedade.
A forma mais indicada é grelhada com sal grosso, pimenta-do-reino e um fio de azeite. Basta selar dos dois lados em fogo alto para manter a suculência.
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Outra opção é assar no forno com ervas frescas, alho e rodelas de limão. Para quem prefere um toque regional, pode ser preparada na brasa, acompanhada de farofa e vinagrete.