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Os cuidados nessas situações são simples, mas essenciais. As atitudes certas podem prevenir a transmissão de doenças, acidentes, entre outros fatores
Moradores enfrentam ruas alagadas após fortes chuvas na Baixada Santista; enchentes aumentam riscos de doenças e acidentes / Nathalia Alves/DL
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Nos meses de janeiro e fevereiro, diversas regiões brasileiras — incluindo a Baixada Santista — passaram por períodos de chuvas intensas. Esses eventos naturais não apenas dificultam o deslocamento e a execução de atividades cotidianas, mas também servem de alerta para a disseminação de doenças e o risco de acidentes.
Segundo o Ministério da Saúde, as inundações trazem riscos graves à segurança e à integridade da população. Entre os perigos estão infecções como leptospirose e dengue, além de acidentes com animais peçonhentos, incluindo escorpiões, aranhas e cobras.
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O Diário, inclusive, fez uma matéria explicando o porquê de estar chovendo tanto no litoral de São Paulo. Para acessá-la, basta clicar aqui.
O alerta é grave. No entanto, a proteção pessoal e familiar pode ser exercida com atitudes simples e acessíveis, de acordo com um folder informativo do Governo. Abaixo, veja algumas atitudes que podem ser tomadas em enchentes:
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Ainda segundo o documento governamental, as principais doenças que podem ser transmitidas em situações de enchentes são a leptospirose (patologia disseminada pela urina do rato, nas águas contaminadas), o tétano e a hepatite. Outras possibilidades incluem enfermidades diarreicas agudas.
ALERTA: Caso você, algum familiar ou amigo perceba algum desses sintomas na lista abaixo, em um episódio de 24 horas, procure atendimento médico imediato!
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Há doenças que têm a capacidade de se propagar facilmente por intermédio da água e dos alimentos consumidos, incluindo cólera, febre tifoide, hepatite A e diarréia.
Portanto, o recomendado é NÃO consumir alimentos que tiveram algum contato com águas contaminadas ou com lama. Isso também engloba alimentos embalados, enlatados ou alimentos perecíveis.
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A leptospirose é uma enfermidade causada por uma bactéria presente na urina dos roedores. Quando há inundações, a proliferação desta doença aumenta exponencialmente. Portanto, siga os passos abaixo para se proteger:
Já no caso do tétano, a patologia é disseminada por intermédio de uma bactéria presente em objetos de metal, mesmo que estes não estejam enferrujados. A proliferação também pode ser realizada pelo solo, quando há galhos, espinhos, pedaços de móveis, entre outros recursos.
A pessoa pode adoecer caso sofra lesões físicas (como cortes, perfurações, e outros ferimentos) pelos objetos contaminados. Portanto, a melhor forma de se proteger é pela vacina do tétano, frequentemente disponibilizada em policínicas.
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Em casos de emergência, não hesite em pedir ajuda e contatar serviços públicos. Veja a lista com alguns números de telefone:
*O texto contém informações do portal Gov.br