A superproteção pode parecer cuidado extremo, mas quando impede a autonomia infantil, pode afetar o desenvolvimento da independência e da autoconfiança / Captura de tela/YouTube/Dr. Taniesha Burke
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A preocupação parental é algo muito comum e até mesmo importante para que seus filhos cresçam com amor, carinho e atenção. No entanto, como diz o famoso ditado, "tudo em excesso é ruim", e isso inclui até mesmo esse aspecto.
A superproteção não é necessariamente ruim, apenas mostra que os responsáveis por uma criança querem que ela tenha a melhor infância possível. Contudo, é uma atitude que pode interferir, mesmo sem a inteção, nas atividades e escolhas do jovem.
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Com isso, a criança é "impedida" de ter suas próprias decisões, ou seja, de entender o que, de fato, ela deseja. Em muitos casos, isso pode se estender à vida adulta, criando pessoas inseguras ou indecisas.
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Outro potencial perigo está relacionado com críticas excessivas, visto que responsáveis altamente superprotetores podem se tornar repreensivos, mesmo que ligeiramente. Em algumas situações, eles chegam ao ponto de assumir tarefas de seus filhos, por conseguirem executá-las com mais eficiência e experiência.
Os efeitos geralmente não começam na própria infância, mas os problemas chegam de forma concreta na vida adulta. Por volta dos 20 ou 30 anos, é possível que os adultos, criados por superproteção, não consigam resolver seus problemas sozinhos, possivelmente dependendo de outras pessoas. Alguns outros impactos incluem:
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*O texto contém informações dos portais Viver Bem Unimed e Terra