Conheça o único mercado brasileiro que ainda aceita a troca como pagamento

Cliente pode chegar com um par de tênis em bom estado e negociar com o dono do lugar alguns quilos de arroz, feijão e até mistura, por exemplo

Mercado brasileiro ainda aceita a troca como pagamento / Foto ilustrativa

Mercado brasileiro ainda aceita a troca como pagamento / Foto ilustrativa | Foto de Mark Stebnicki/Pexels

O escambo é conhecido como uma forma de negociação onde não há dinheiro envolvido, mas sim troca de produtos ou interesses, e era muito comum na antiguidade. Porém, você acredita que ainda há um mercadinho brasileiro que trabalha dessa forma?

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Estamos falando da mercearia Paropeba, que fica na cidade de Itabirito, há quase 60 km de Belo Horizonte, no interior de Minas Gerais. Lá a regra é uma só: quer levar? É só trocar!

O estabelecimento utiliza como forma de pagamento a troca. Por exemplo, como lá vende de tudo – seus corredores estreitos disputam espaço entre as mercadorias e os clientes – caso você se interesse por um ventilador, por exemplo, você pode pagá-lo com um par de sapatos em bom estado. Tudo depende da análise que o mercadinho faz sobre essa troca e se ela é justa.

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Com mais de 100 anos de existência, a Paropeba passou de geração para geração, mas o método de pagamento por trocas continua o mesmo.

“Até sapatos já foram trocados por três dúzias de ovos e um pote de doce de mamão por um chuveiro. É claro que analisamos se a troca é boa para ambos, mas normalmente as negociações acontecem”, explica Rony Antônio de Almeida, proprietário do lugar, em entrevista à TV Record.

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Salgadinhos, bolachas, eletroeletrônicos, eletrodomésticos, frutas, ovos, biscoitos, sabonetes e tudo mais. Com apenas 26 metros quadrados, a Paropeba diz que vende de tudo, e se não tem o produto que você procura, ele ainda não foi inventado.

É claro que o dinheiro e o Pix são aceitos no local. Todavia, manter a opção de trocar um produto por outro garante que mais pessoas tenham acesso às compras.

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E já que estamos falando em compras e mercados, clique aqui para conferir quais produtos subiram de preço nas prateleiras brasileiras nesse começo de ano.