Diário Mais

Conheça o 'Guardião do Paquetá': A lenda do gato fantasma que ronda cemitério mais antigo de Santos

São dezenas de relatos de um felino imponente caminhando pelas ruas da necrópole e sumindo entre um jazigo e outro

Jeferson Marques

Publicado em 13/02/2026 às 11:53

Compartilhe:

Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Facebook Compartilhe no Twitter Compartilhe por E-mail

O Guardião do Paquetá: imponente, de presença forte e olhos brilhantes / Imagem ilustrativa/IA - Gemini

Continua depois da publicidade

Hoje não é uma sexta-feira comum. É Sexta-Feira 13, e para os moradores de Santos, o clima de Carnaval divide espaço com uma das lendas mais intrigantes do litoral paulista.

Faça parte do grupo do Diário no WhatsApp e Telegram.
Mantenha-se bem informado.

No coração do Cemitério do Paquetá, fundado em 1854, uma sombra elegante e silenciosa costuma desafiar a lógica: o famoso Gato Preto.

Continua depois da publicidade

Leia Também

• Fantasma do Paquetá: pessoas dizem ver espírito de mulher no litoral de SP

• Relembre as personalidades sepultadas no cemitério do Paquetá, em Santos

Uma presença que desafia o tempo

Diferente dos felinos comuns, os relatos sobre esta criatura atravessam gerações. Quem já o viu descreve um animal de porte imponente e pelos tão negros que parecem absorver a luz ao redor.

O detalhe que mais impressiona? Seus olhos. Dizem que brilham com uma intensidade hipnotizante, mesmo na mais completa escuridão das alamedas de pedra.

Continua depois da publicidade

O felino que "atravessa" portões

A lenda não se alimenta apenas de aparições, mas de sumiços impossíveis. Coveiros e antigos vigias do local narram, há décadas, a mesma cena: o gato caminha calmamente à frente dos visitantes, como se estivesse guiando o caminho.

De repente, ao chegar diante de um mausoléu ou de um portão de ferro trancado, ele simplesmente desaparece. Não há pulos, não há barulho. Apenas o vazio.

Sorte ou azar?

Enquanto muitos temem o encontro com um gato preto, a tradição de Santos deu a ele um título diferente: o Guardião do Paquetá.

Continua depois da publicidade

Acredita-se que o animal protege o descanso eterno daqueles que ali repousam. Ele seria um sentinela espiritual, observando quem entra com respeito e quem profana o silêncio do campo santo.

Onde a história encontra o fato

Embora o mistério fascine, ele faz parte do patrimônio imaterial da cidade. Historiadores e pesquisadores locais, como Dino Menezes, documentaram esses relatos em obras que preservam a memória mística da Ilha de São Vicente.

Para quem caminha pelo Centro Histórico nesta noite de Sexta-Feira 13, um olhar atento para os arredores do Paquetá pode revelar que nem tudo o que brilha na noite santista é confete de Carnaval.

Continua depois da publicidade

TAGS :

Conteúdos Recomendados

©2026 Diário do Litoral. Todos os Direitos Reservados.

Software