Imagem conceitual criada por IA mostra a facilidade de controlar o gasto na palma da mão ou o medo de ficar no escuro no pior momento possível / IA/Diário do Litoral
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Imagine carregar a sua conta de luz igualzinho você faz com o crédito do celular. A novidade, que começou a ser testada no interior paulista, promete acabar com aquele susto de abrir o boleto no fim do mês e encontrar um valor absurdo.
Mas, como tudo tem dois lados, a mudança também levanta uma dúvida que tira o sono de muita gente: "E se o crédito acabar no meio do banho?".
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Entenda como funciona esse modelo e por que ele pode mudar a sua relação com o interruptor.
A grande vantagem do modelo pré-pago é o controle total. Você compra R$ 50 ou R$ 100 de energia e vai acompanhando o consumo em tempo real pelo celular.
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Acabou aquela história de economizar o mês inteiro e, no final, a conta vir alta por causa de uma "bandeira tarifária" que você nem viu chegar. No pré-pago, você é o dono do seu medidor.
Essa é a pergunta de um milhão de reais. Diferente do celular, que só para de fazer ligação, a luz pré-paga desliga a casa toda.
O sistema avisa quando o saldo está baixo, mas o receio de ficar no escuro no meio da noite ou no final de semana ainda gera polêmica. As empresas garantem que o processo de recarga é instantâneo, mas a disciplina precisa ser dobrada.
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Embora o teste esteja rolando na região de Presidente Prudente, o olho das grandes concessionárias está brilhando. Para elas, isso reduz a inadimplência e o custo de leitura dos relógios.
Para o consumidor, é uma ferramenta de educação financeira. Se você vê os créditos descendo rápido demais, desliga o ar-condicionado na hora.