Ciência comprova: nozes fazem muito bem ao cérebro, mas há uma hora certa de comer

Pesquisa revela que consumo matinal de nozes melhora funções cerebrais por até 6 horas. Veja como aproveitar os benefícios

Coma isso no café da manhã e veja seu cérebro decolar, afirmam cientistas

Coma isso no café da manhã e veja seu cérebro decolar, afirmam cientistas | Imagem: PxHere

Um estudo da Universidade de Reading demonstrou os impressionantes efeitos das nozes no cérebro. Participantes que consumiram o alimento pela manhã tiveram desempenho cognitivo superior.

A pesquisa acompanhou adultos saudáveis durante todo o dia, revelando melhoras progressivas na função cerebral após a ingestão de nozes.

Enquanto a noz tem forte efeito positivo, uma pesquisa revelou que um adoçante comum em produtos zero açúcar pode afetar o cérebro e o coração.

Detalhes da pesquisa

Foram realizados testes cognitivos, exames de sangue e monitoramento cerebral em 32 voluntários. O grupo que comeu nozes mostrou diferenças significativas.

“É animador que uma adição tão simples na dieta faça diferença mensurável na resposta cognitiva”, afirmou a professora Claire Williams sobre os resultados para o site da Unversidade de Reading.

Timing dos benefícios

A velocidade de resposta cerebral melhorou imediatamente. A memória apresentou ganhos seis horas após o consumo, após uma queda temporária nas duas primeiras horas.

Esse padrão sugere que os efeitos benéficos das nozes no cérebro são prolongados, com impacto duradouro no desempenho cognitivo.

Outra forma de manter a saúde cerebral é a dieta que reduz em 25% o risco de Alzheimer.

Composição nutricional

As nozes contêm ômega-3, polifenóis e proteínas que parecem estimular o cérebro. Os exames mostraram aumento nos níveis de ácidos graxos essenciais.

A estabilização dos níveis de glicose no sangue também pode contribuir para os efeitos positivos observados na função cerebral.

Recomendações práticas

Os pesquisadores sugerem consumir cerca de 50g de nozes pela manhã, combinadas com iogurte ou aveia. Essa quantidade mostrou os melhores resultados nos testes.

Apesar dos resultados promissores, os cientistas destacam a necessidade de mais pesquisas para entender completamente os mecanismos envolvidos.