Cidade do interior de SP esconde segredos da melhor pamonha do Brasil

Desde 1960 o termo "pamonhas de Piracicaba" se popularizou não apenas no estado, mas em todo o país

As pamonhas podem ser compradas de vários tipos, simples ou mais completas

As pamonhas podem ser compradas de vários tipos, simples ou mais completas | Facebook/Reino da Pamonha de Piracicaba

“Pamonhas de Piracicaba, é o puro creme do milho verde”.

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O carro de som circula pelos bairros oferecendo as tradicionais pamonhas assadas do município. Mas tudo teve início em 1950, quando os irmãos Wasty e Noemi Rodrigues adaptaram uma receita familiar coando o milho para usar apenas o seu caldo, criando uma embalagem única através dele.

A fama mesmo só chegaria cerca de 10 anos depois, com vendedores ambulantes em carros de som passando pelas ruas e oferecendo aquela que viria a ser a marca culinária de Piracicaba, como uma espécie de selo cultural.

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A receita original da década de 50 usava apenas o caldo do milho coado e adoçado com açúcar cristal. Já a embalagem era feita no estilo “sacolinha” (ou trouxinha, para alguns) usando a própria palha do milho.

Hoje em dia as pessoas podem experimentar as deliciosas pamonhas em receitas mais robustas, que vão desde o uso de leite, manteiga, queijo e ovos até canela em pó, goiabada e farinha de trigo.

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A pamonha assada de Piracicaba pode ser encontrada em diversos estabelecimentos pela cidade e os preços podem variar um pouco.

Há, inclusive, um roteiro turístico na cidade voltado ao turismo da pamonha, com opções de outros produtos feitos à base de milho.

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A Pamonha de Piracicaba é conhecida, inclusive, internacionalmente, e já foi tema de reportagens e documentários em vários países que abordam a cultura e a culinária brasileiras.