Nesse novo contexto, uma raça específica passou a ganhar espaço e se consolidou como a mais comum nos lares do país. / Freepik
Continua depois da publicidade
Durante décadas, os cães sem raça definida foram maioria nos lares brasileiros, impulsionados principalmente pela facilidade de adoção e pela capacidade de adaptação a diferentes rotinas. Esse cenário, no entanto, vem mudando de forma gradual e quase imperceptível.
A transformação no perfil das famílias, o crescimento da vida em apartamentos e a busca por animais de companhia mais tranquilos têm influenciado diretamente essa escolha.
Continua depois da publicidade
Nesse novo contexto, uma raça específica passou a ganhar espaço e se consolidou como a mais comum nos lares do país. Dados de entidades cinófilas e registros de criadores indicam que o Shih Tzu assumiu a liderança no ranking de popularidade, superando raças que historicamente figuravam entre as preferidas dos brasileiros.
O comportamento é apontado como um dos principais fatores dessa ascensão. Dócil, afetuoso e sociável, o Shih Tzu se adapta com facilidade a espaços reduzidos e convive bem com crianças, idosos e outros animais — características valorizadas na rotina urbana.
Continua depois da publicidade
Outro ponto decisivo é o nível de energia moderado. A raça não exige longos passeios nem atividades físicas intensas, o que combina com a agenda de muitos tutores. Ainda assim, mantém um perfil brincalhão e interativo dentro de casa.
A estética também contribui para a popularidade. O porte pequeno, a pelagem longa e a expressão marcante fizeram do Shih Tzu um dos cães mais procurados por quem busca um animal de companhia para viver dentro de casa.
Gênios de quatro patas: as 10 raças de cachorro mais inteligentes do mundo
Continua depois da publicidade
Veterinários alertam que, apesar de popular, o Shih Tzu exige cuidados específicos. Por ter focinho curto, a raça demanda atenção em dias quentes, além de acompanhamento regular dos olhos, da respiração e da pelagem.
Mesmo com a liderança nos registros, especialistas reforçam a importância da adoção responsável. Cães sem raça definida continuam sendo maioria nos abrigos e apresentam grande capacidade de adaptação e afeto.