A diferença chega a quase 10g por porção, o que pode impactar diretamente quem busca uma alimentação mais rica em proteínas / Freepik
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Na hora de escolher o atum em lata no supermercado, uma dúvida comum entre consumidores é: qual opção é melhor, o atum sólido ao natural ou o atum ralado em óleo? Uma comparação feita com produtos da marca Gomes da Costa aponta diferenças importantes, especialmente no teor de proteína.
De acordo com a análise divulgada pela nutricionista Giulia Quintanilha (@giulianutrição), o atum ao natural apresenta uma quantidade significativamente maior de proteína em relação à versão em óleo.
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A diferença chega a quase 10g por porção, o que pode impactar diretamente quem busca uma alimentação mais rica em proteínas, como praticantes de atividade física ou pessoas em dietas específicas.
Segundo especialistas, o atum conservado em água tende a manter uma concentração maior de proteína, enquanto a versão em óleo pode ter parte do espaço ocupado pela gordura adicionada, o que reduz proporcionalmente o teor proteico por grama do produto.
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Além das diferenças nutricionais, o atum segue sendo uma das proteínas mais práticas e versáteis da rotina alimentar. Ele pode ser utilizado em diversas preparações, como saladas, recheios de tortas, tapiocas e sanduíches, sendo uma alternativa rápida para refeições equilibradas.
A escolha ideal depende do objetivo de cada pessoa. Para quem prioriza maior ingestão de proteína e menor teor de gordura, o atum ao natural pode ser a melhor opção. Já o atum em óleo pode agradar pelo sabor e textura.