Hábitos repetidos explicam escolhas que atravessam gerações / Freepik
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Logo após o Réveillon, muitas casas passam por pequenas transformações. A decoração muda, os espaços são reorganizados e certas plantas voltam a ganhar destaque.
Essas escolhas não acontecem por acaso. Elas fazem parte de um hábito cultural que associa o início do ano a cuidado, organização e intenção.
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Veja sete plantas que costumam marcar presença nesse período e entenda o que explica essa repetição.
A espada-de-são-jorge aparece com frequência próxima à entrada das casas. Sua presença cria uma sensação de proteção e limite logo ao chegar.
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Ela funciona como um marco visual de passagem, separando o ciclo que termina daquele que começa.
Por ser resistente, permanece saudável mesmo com poucos cuidados, o que reforça sua popularidade.
O bambu-da-sorte é associado à adaptação e ao crescimento contínuo. Por isso, aparece com frequência em ambientes internos.
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Após a virada, ele costuma ser colocado em mesas e estantes, integrando o cotidiano sem chamar atenção excessiva.
Com água limpa e luz indireta, mantém aparência leve e organizada.
A zamioculca agrada pela estrutura firme e pelas folhas brilhantes. Ela transmite sensação de controle e organização.
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Em áreas comuns da casa, ajuda a compor ambientes mais sóbrios e estáveis no início do ano.
Além disso, tolera pouca luz e regas espaçadas, facilitando o cultivo.
O dinheiro-em-penca se espalha rapidamente quando bem cuidado. Seus ramos criam um efeito visual de abundância.
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Após as festas, costuma ser usado para dar vida a varandas e janelas. Manter o solo úmido e garantir boa luminosidade ajuda a preservar o visual cheio.
A romã está fortemente ligada à tradição. Mesmo quem não mantém a planta costuma repetir rituais envolvendo o fruto.
Essa repetição reforça laços familiares e memórias ligadas ao começo do ano. A romãzeira, além disso, é ornamental e pode ser cultivada em locais ensolarados.
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O louro aparece como símbolo de reconhecimento e metas pessoais. Ele costuma ser guardado em locais estratégicos da casa.
Na cozinha, também mantém função prática, o que ajuda a integrar simbolismo e rotina. Em vasos, prefere ambientes bem iluminados e cuidados moderados.
O alecrim é lembrado pelo aroma e pela versatilidade. No início do ano, aparece como elemento de renovação do ambiente.
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Ele costuma ocupar cozinhas e áreas externas, unindo estética e funcionalidade. Com sol direto e pouca água, cresce bem ao longo do ano.