Ronald G. Wayne passa dos 90 anos e abriu mão de ser um dos maiores milionários do mundo / Reprodução/Internet
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Você certamente conhece Steve Jobs e Steve Wozniak, mas a Apple teve um terceiro fundador. O nome dele é Ronald G. Wayne. Em uma entrevista bem direta dada à revista americana PCMag, o veterano de 91 anos relembrou a decisão que o tirou do topo da maior empresa de tecnologia do planeta.
Uma daquelas histórias reais que parecem roteiro de cinema. Se você estivesse no lugar dele em 1976, teria arriscado tudo ou também teria preferido a paz de espírito?
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A Apple hoje é uma empresa avaliada em mais de 400 bilhões de dólares - Reprodução/PexelsE ainda falando da adorada marca, eles acabaram de lançar uma linha de MacBook por valores mais acessíveis no Brasil.
*Fonte das informações: Entrevista de Ronald G. Wayne para a PCMag.
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Steve Jobs não foi apenas um empresário, mas o arquiteto da era digital moderna.
Cofundador da Apple em 1976, ele transformou a computação pessoal, a indústria da música, a telefonia móvel e até o cinema de animação (com a Pixar). Conhecido por seu temperamento difícil e por uma obsessão quase doentia pelo design e pela simplicidade, Jobs acreditava que a tecnologia deveria ser uma extensão intuitiva do ser humano.
Após ser demitido da própria empresa em 1985, ele retornou em 1997 para salvá-la da falência, liderando a criação de produtos icônicos como o iMac, o iPod, o iPhone e o iPad. Mais do que vender aparelhos, Jobs vendia um estilo de vida e a ideia de que "pessoas loucas o suficiente para achar que podem mudar o mundo, são as que de fato o fazem".
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Sua morte em 2011 interrompeu uma das carreiras mais brilhantes do Vale do Silício, mas seu legado de inovação continua ditando o ritmo do mercado global até hoje.
Os engenheiros Steve Wozniak e Steve Jobs em uma das primeiras imagens do nascimento da Apple - Reprodução/ReutersO maior legado de Steve Jobs não foram apenas os aparelhos, mas a forma como redefinimos nossa relação com a tecnologia. Ele provou que um computador ou um celular não precisavam ser ferramentas frias e complexas, transformando-os em objetos de desejo, beleza e extrema simplicidade.
Ao colocar a experiência do usuário no centro de tudo, Jobs forçou toda a indústria a evoluir, priorizando o design e a intuição acima de especificações técnicas brutas.
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Sua visão foi o motor por trás de revoluções em série: a computação pessoal com o Mac, a música digital com o iPod, e a mobilidade total com o iPhone, que basicamente colocou a internet e o mundo no bolso de bilhões de pessoas.
Jobs deixou uma cultura de perfeccionismo e a lição de que a inovação acontece no cruzamento da tecnologia com as artes liberais. E, aliás, você sabe o motivo da logomarca da empresa ser uma maçã mordida?