SAÚDE

Aftas, gengiva sensível e mau hálito: quando a boca alerta para o diabetes

Entenda a relação direta entre o fluxo de saliva e o controle da sua glicemia

Agência Diário

Publicado em 13/01/2026 às 18:37

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Especialistas alertam para sintomas bucais que muitas vezes passam despercebidos / Freepik

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Especialistas afirmam que o diabetes pode não apresentar sintomas claros logo no início. No entanto, diversos sinais manifestados na boca merecem uma atenção redobrada agora.

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O monitoramento constante é vital, já que milhões de brasileiros possuem a doença. Conhecer esses alertas bucais facilita o diagnóstico e evita complicações futuras.

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O mau hálito com cheiro adocicado pode indicar descontrole do açúcar no sangue. - Freepik
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Pessoas com diabetes têm maior dificuldade de cicatrização na boca. - Freepik
Pessoas com diabetes têm maior dificuldade de cicatrização na boca. - Freepik
A boca seca é comum porque o excesso de glicose reduz a produção de saliva. - Freepik
A boca seca é comum porque o excesso de glicose reduz a produção de saliva. - Freepik
A glicose na saliva alimenta bactérias que causam cáries e infecções. - Freepik
A glicose na saliva alimenta bactérias que causam cáries e infecções. - Freepik
Problemas na gengiva podem levar à perda de dentes se o diabetes não estiver controlado. - Freepik
Problemas na gengiva podem levar à perda de dentes se o diabetes não estiver controlado. - Freepik

1. Odor de frutas apodrecidas

O "hálito com cheiro de frutas apodrecidas" é comum em casos de descontrole glicêmico. Esse sintoma ajuda médicos a identificar se o açúcar está alto ou baixo.

Fique atento se perceber fadiga ou vontade frequente de urinar. Esses sinais geralmente acompanham a alteração perceptível no hálito do paciente.

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2. Lesões orais e ferimentos

Diabéticos sofrem com aftas de forma mais recorrente do que outras pessoas. Esse problema se intensifica quando a glicemia não está nos níveis ideais.

Assim, pequenos machucados na boca podem se tornar focos de desconforto. O controle rigoroso da doença ajuda a diminuir essas ocorrências desagradáveis.

3. Redução do fluxo salivar

A mudança nos níveis de açúcar reduz a produção de saliva nas glândulas. Como resultado, a boca fica seca e o pH salivar sofre alteração.

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Portanto, o efeito protetor da saliva diminui drasticamente contra as bactérias. O paciente sente a mucosa oral irritada com maior frequência diária.

4. Irritação no tecido gengival

A taxa elevada de açúcar sanguíneo favorece a proliferação de colônias bacterianas. Isso causa inflamação, deixando as gengivas muito sensíveis e bastante doloridas.

Pré-diabetes não é sentença: cinco passos simples para melhorar sua saúde

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Observe se há presença de sangue durante a rotina de limpeza bucal. Esse é um forte indício de que algo não vai bem.

5. Glicose alta na saliva

O ambiente bucal torna-se propício para doenças quando a glicose salivar sobe. A chance de surgirem infecções e cáries dentárias cresce significativamente assim.

Certamente, o açúcar na saliva funciona como alimento para microrganismos prejudiciais. A limpeza profunda ajuda a proteger o esmalte dos dentes.

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6. Cura demorada de tecidos

A diabetes dificulta a recuperação natural de qualquer ferimento no corpo. Esse fator aumenta os riscos após a realização de extrações ou implantes.

Dessa forma, a cicatrização lenta exige cuidados especiais do profissional de saúde. O corpo luta mais para fechar feridas na cavidade oral.

7. Queda prematura de dentes

Infecções periodontais não tratadas levam à perda dos dentes em diabéticos. A doença descompensada enfraquece a sustentação dentária de forma muito acelerada.

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Mantenha os níveis glicêmicos estáveis para preservar a integridade do sorriso. A prevenção é o melhor caminho para evitar perdas definitivas.

Pacientes precisam realizar consultas periódicas ao dentista para evitar problemas. O cuidado bucal é um pilar fundamental no tratamento do diabetes.

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