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Conheça a tecnologia que resolve o problema do "barulho de oco" e da umidade, tornando-se a escolha número um dos arquitetos para este ano
O declínio do piso flutuante tradicional não aconteceu por acaso / wirestock/Freepik
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Reformar sem o caos das britadeiras e o acúmulo de entulho sempre foi o sonho de quem deseja renovar o lar. Por muito tempo, os pisos flutuantes foram a solução óbvia para essa necessidade, ganhando espaço pela facilidade de instalação.
No entanto, o que era tendência virou passado. Em 2026, o setor de design de interiores decreta o fim de uma era e apresenta um substituto que une sofisticação extrema e resistência imbatível.
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O declínio do piso flutuante tradicional não aconteceu por acaso. A insatisfação dos consumidores cresceu devido a dois fatores críticos: o desconforto sonoro (aquele eco incômodo a cada passo) e a baixíssima tolerância à água, que causava estufamentos irreversíveis ao menor contato com a umidade.
A solução que está dominando os projetos contemporâneos é o Piso Vinílico SPC (Stone Plastic Composite). Trata-se de uma evolução tecnológica que utiliza um núcleo rígido composto por pó de pedra calcária e polímeros, oferecendo uma densidade muito superior aos materiais antigos.
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A mudança para essa nova alternativa se baseia em três pilares que o antigo piso flutuante não conseguia entregar:
Imunidade total à água: Ao contrário de seus antecessores, o SPC é totalmente impermeável. Isso permite uma continuidade estética inédita na casa, possibilitando o uso do mesmo padrão visual da sala em ambientes como cozinhas e lavabos.
Silêncio absoluto: Esqueça as mantas improvisadas. Esta nova geração já traz integradas camadas de isolamento acústico de alta performance, eliminando o som de "clique-clique" e garantindo um caminhar silencioso.
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Blindagem contra riscos: Ideal para quem tem pets ou móveis pesados, sua superfície é projetada para resistir a impactos e arranhões que inutilizariam um laminado comum em poucos meses.
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Além da engenharia robusta, o sucessor do piso flutuante brilha no design. Através de tecnologias de impressão digital em ultra-resolução, o SPC consegue reproduzir com perfeição a textura e o relevo de madeiras nobres e pedras naturais.
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O resultado é visualmente idêntico ao material orgânico, mas com uma manutenção infinitamente mais simples.
Para quem busca valorizar o imóvel em 2026, a mensagem dos especialistas é clara: a era do piso "oco" acabou. O futuro é rígido, silencioso e à prova d'água.