Limpeza regular com itens naturais previne insetos e mau cheiro / Freepik
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O cheiro desagradável que sai do ralo costuma aparecer quando menos se espera. Aos poucos, ele se espalha pelo ambiente e transforma a rotina doméstica em um incômodo constante.
Com soluções naturais e cuidados frequentes, é possível neutralizar os odores e ainda evitar danos no encanamento, sem recorrer a produtos químicos agressivos.
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Antes de tentar resolver o problema, vale entender por que o ralo passa a exalar mau cheiro. Conhecer a origem ajuda a adotar práticas simples e mais eficientes no dia a dia.
O uso contínuo faz com que resíduos se depositem dentro da tubulação. Restos de comida, gordura, fios de cabelo e sabão se acumulam em pontos internos do cano.
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Esse material orgânico, preso em um ambiente úmido, começa a se decompor com o tempo. O processo libera gases que sobem pelo ralo e causam o cheiro forte.
Quando não há manutenção regular ou o ralo fica seco, esses gases encontram caminho livre até o interior da casa, tornando o problema mais perceptível.
A estrutura do ralo interfere diretamente no controle de odores. O ralo seco não possui retenção de água, permitindo a passagem direta dos gases do esgoto.
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Já o ralo com sifão mantém uma pequena quantidade de água acumulada. Essa barreira natural dificulta a subida dos gases e reduz o desconforto no ambiente.
Mesmo assim, nenhum modelo dispensa cuidados. Sem limpeza periódica, ambos podem apresentar cheiro desagradável ao longo do tempo.
Entre as alternativas naturais, a combinação de bicarbonato de sódio e vinagre branco se destaca pela eficácia. A reação ajuda a soltar resíduos presos no interior do cano.
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O procedimento envolve despejar o bicarbonato, acrescentar o vinagre e aguardar alguns minutos com o ralo tampado. A água quente finaliza a limpeza.
Adotar esse hábito semanalmente contribui para manter o encanamento limpo. Além disso, a prática reduz o risco de entupimentos e odores persistentes.
A frequência também importa. Ralos usados diariamente pedem atenção semanal, enquanto áreas menos utilizadas podem ser limpas quinzenalmente.
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Se o cheiro não desaparecer, o problema pode ser mais profundo. Nesses casos, infiltrações ou falhas na tubulação exigem avaliação especializada.