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Berço de JK e Chica da Silva, Diamantina une arquitetura colonial intacta, história do garimpo e emocionantes concertos nas sacadas dos casarões
Cidade natal de Juscelino Kubitschek e de Chica da Silva, a cidade é considerada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1999 e tombada pelo IPHAN em 1938. / Reprodução / Rolê Família / YouTube
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Sendo o maior ponto de extração de diamantes no período colonial do Brasil, Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, mantém sua estrutura urbana daquela época intacta. Cidade natal de Juscelino Kubitschek e de Chica da Silva, a cidade é considerada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1999 e tombada pelo IPHAN em 1938.
Após a descoberta de garimpeiros da grande abundância de diamantes na região por volta de 1713, o Arraial do Tijuco se tornou um dos pontos mais cobiçados do Império Português. Com isso, a Coroa criou a Demarcação Diamantina, faixa de território controlado com rigidez incomum até para os padrões da colônia.
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A maioria das atrações de Diamantina se encontram em seu centro histórico, podendo ser percorrido por completo a pé. Locais como a Casa de Juscelino Kubitschek e a Casa de Chica da Silva, o Mercado Velho (Mercado dos Tropeiros) e o Passadiço da Casa da Glória podem ser encontrados no Centro Histórico da cidade.
Veja outras dicas no vídeo do canal Rolê Família:
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Evento mais singular da cidade de Diamantina, a Vesperata reúne dezenas de músicos pelas sacadas dos casarões da Rua da Quitanda, no Centro Histórico, e tocam sob o comando de um maestro que fica na rua, junto ao público.
O espetáculo acontece em datas específicas durante o ano e atrai grande quantidade de turistas.
Além disso, sua musicalidade se abrange em eventos além da Vesperata. Serestas com violões e cavaquinhos animam as noites da cidade. O Carnaval preserva tradições que atravessam gerações. E o Festival de Inverno, ligado à UFMG, traz apresentações culturais e oficinas artísticas à cidade.
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Evento que ocorre quinzenalmente, Vesperata reúne diversos turistas às ruas de Diamantina durante a noite / Reprodução / Prefeitura de DiamantinaDiamantina consegue juntar beleza natural, música que ecoa em sua antiga arquitetura e ser um patrimônio cultural preservado. Sua arquitetura, cultura e festividades geram uma experiência que nenhuma outra cidade histórica de Minas Gerais oferece igual.