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Cotidiano

'Revoada Cuipataã' leva novas cores e contornos ao Centro de Cubatão

Por sua vez, no dia 24, a partir das 18 horas, a Estação das Artes receberá uma ampla manifestação cultural comemorativa, com direito ao show gratuito 'Menino do Mangue', da Banda Iaô e ativação de performances

'Revoada Cuipataã' leva novas cores e contornos ao Centro de Cubatão / Foto: Divulgação

O Centro de Alta Complexidade em Saúde será o epicentro das novas atividades do projeto 'Revoada Cuipataã', realizado pelo Coletivo 302. Em pleno cruzamento das vias Nove de Abril e Henry Borden, a parede será revitalizada com novas cores entre os dias 20 e 24 de junho. O muralismo de 10x5m será realizado por Raul Zito.

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Com registros expandidos dos 'Vídeo-Retratos: Vila Parisi', a obra será criada a partir de uma técnica híbrida de colagem e pintura praticada pelo artista convidado, que há 23 anos atua com arte pública criando murais de intervenção urbana com técnica híbrida de colagem e pintura.

Por sua vez, no dia 24, a partir das 18 horas, a Estação das Artes receberá uma ampla manifestação cultural comemorativa, com direito ao show gratuito 'Menino do Mangue', da Banda Iaô (Tay O'hanna e Marcozy Santos) e ativação de performances. Ao lado do complexo de saúde, a Estação fica na Avenida Nove de Abril, 1208, Centro.

O projeto 'Revoada Cuipataã' é uma realização do Governo do Estado via Secretaria de Cultura e Economia Criativa por meio do ProAC - Programa de Ação Cultural  e do Coletivo 302, em parceria com o Galpão Cultural e apoio da Prefeitura Municipal de Cubatão via Secretaria de Cultura.

Sobre o Coletivo 302

Criado em 2014, o Coletivo 302 é formado por 7 artistas da cidade de Cuipaitaã (Cubatão/SP) e surgiu da necessidade de cantar sua aldeia, mergulhar em suas memórias ancestrais e ressignificar construção do seu imaginário. A criação de suas obras flui de processos colaborativos e de ocupações em espaços públicos, desenvolvendo práticas teatrais, performativas, culturais e educativas.

Possui em seu repertório três trabalhos teatrais: Onde está o guará? (Infantil – 2016), #República (Juvenil – 2017) e Vila Parisi (Adulto – 2019), sendo este último, parte de um projeto de trilogia anti-tecnofascista chamado Zanzalá. Desenvolveu também três ciclos de estudos nos anos de 2017, 2018/19 e 2020, que por conta do isolamento social foi realizado em formato de podcast e disponibilizado nas plataformas de streaming.

Ainda durante a pandemia, criou a partir da obra Vila Parisi e da utilização de tecnologias periféricas, uma série de quatro vídeo performances para as plataformas do Sesc. Também ocupa o Galpão Cultural, espaço gerido de forma compartilhada com outras coletivas e artistas independentes da cidade e em pouco mais de três anos de atividade, estima-se que já afetou mais de 10 mil pessoas.

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