Moradores do Jardim Casqueiro propõem mudanças para novo viaduto

O grupo irá protocolar hoje ofícios à Ecovias, à Companhia Municipal de Trânsito (CMT) e ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER)

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22 JUN 2016Por Da Reportagem10h00
Após dois anos de atraso na entrega, Complexo Viário Rubens Paiva começou a funcionar na semana passadaApós dois anos de atraso na entrega, Complexo Viário Rubens Paiva começou a funcionar na semana passadaFoto: Matheus Tagé/DL

Moradores do Jardim Casqueiro se reuniram esta semana para levantar reivindicações sobre o novo Complexo Viário Rubens Paiva, que está em funcionamento desde a semana passada. O grupo, que se reuniu na Sociedade de Melhoramentos do bairro, mais conhecida como Someca, irá protocolar hoje ofícios à Ecovias, à Companhia Municipal de Trânsito (CMT) e ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

“Cerca de 100 pessoas participaram do encontro. Queremos um diálogo com estes órgãos para resolver os problemas que surgiram após o início do funcionamento do viaduto”, explica o morador e organizador do ­encontro, Antônio Vieira da Silva.

Entre os apontamentos feitos pelos moradores estão a liberação da entrada no bairro pela Rua Carlos Gomes; sinalização do bairro Parque São Luiz (entrada e saída); * remoção de lombadas no sentido ao bairro Jardim São Manoel, em Santos; fazer uma terceira entrada e saída para o bairro Jardim Casqueiro na Avenida das Américas, sentido Marginal da ­Anchieta; fazer uma ­saída no sentido da ­Avenida Brasil, no Casqueiro, para Via Anchieta; entre outras.

Outra indicação importante é a iluminação do novo viaduto. A falta de um sistema de luz no Complexo Viário recém-inaugurado é uma das principais reclamações de quem utiliza o trecho. “Sem algumas alterações nas alças de acesso, principalmente próximo à entrada do Parque São Luiz, e sem iluminação, o trecho ficou ainda mais inseguro”, complementa Vieira.

Os problemas no Viaduto Rubens Paiva já causaram polêmica antes mesmo do início de funcionamento. A obra demorou dois anos para ser entregue pelo Estado, teve várias datas de entrega e gerou muitos ­debates entre os moradores do bairro, representantes da Administração ­Municipal e do Governo do Estado.

Monitoramento. Segundo informou a Secretaria Estadual de Logística e Transportes, após a liberação da passagem dos veículos pelo novo viaduto, será iniciado um período de monitoramento do tráfego no sistema viário da Região, que terá duração de 30 a 40 dias.

Com a análise dos ­dados obtidos, será possível definir as medidas ­necessárias para ­melhorar o tráfego dos usuários. Esta análise levará em consideração também a possível ­redução no ­limite de velocidade da Via Anchieta no ­trecho, que ­atualmente é de 110 km/h, para tornar o tráfego mais seguro.