Cubatão está prestes a alcançar um marco histórico em quesito moradia / Divulgação/PMC
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Cubatão está prestes a alcançar um marco histórico e se tornar a primeira cidade da Baixada Santista a eliminar totalmente as habitações em áreas de alto risco. O passo decisivo foi dado com a assinatura de um contrato de R$ 128,2 milhões para a construção do conjunto habitacional "Cubatão Y". O empreendimento será o novo lar de 633 famílias que hoje vivem em situação de vulnerabilidade nos bairros Pilões e Vila Noel, regiões historicamente castigadas por enchentes e cheias de rios.
O novo conjunto será erguido na área do Centro Social Urbano (CSU), no Jardim Costa e Silva, e contará com uma estrutura moderna que inclui até unidades comerciais. Para viabilizar o projeto, a Prefeitura investirá R$ 30 milhões de recursos próprios, somados à parceria com a CDHU. A iniciativa consolida a política habitacional da cidade, que recentemente já havia retirado 150 famílias do Morro da Mantiqueira, garantindo que nenhum morador de Cubatão precise mais viver sob o temor de desastres naturais.
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"Estamos falando de um marco histórico. Com esse empreendimento, Cubatão deixa para trás as áreas de risco e se torna a primeira cidade da Baixada Santista a resolver definitivamente o problema, garantindo dignidade, segurança e qualidade de vida às famílias", destacou o prefeito César Nascimento.
Com a ampliação do projeto original, o impacto social será ainda maior, segundo Andrea Castro, a secretária de Habitação, que explica que no contrato original estavam previstas 440 moradias, número que foi ampliado: "Neste novo projeto ampliamos para 630 famílias beneficiadas, aumentando significativamente o alcance social da iniciativa".
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Além de salvar vidas e oferecer dignidade, a medida transforma Cubatão em um modelo de gestão habitacional para todo o Estado de São Paulo, provando que é possível resolver o problema das ocupações em encostas e beiras de rios.