Cotidiano
Ela possui os mesmos elementos de segurança e tem o mesmo valor legal das demais cédulas produzidas no país
Apesar do grande volume inicial, essas notas estão se tornando cada vez mais difíceis de encontrar em circulação / Márcio Ribeiro/DL
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Você sabia que há grandes chances de estar carregando uma cédula de R$ 2 produzida em Estocolmo, na Suécia, e não no Rio de Janeiro, pela Casa da Moeda do Brasil?
Essa possibilidade é real, e a nota é verdadeira. Ela possui os mesmos elementos de segurança e tem o mesmo valor legal das demais cédulas produzidas no país.
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A principal diferença entre as notas está na identificação do fabricante. Nas cédulas produzidas na Suécia, consta a inscrição “Crane AB”, em vez de “Casa da Moeda do Brasil”, como ocorre nas demais. A identificação pode ser vista na própria nota.
À época do lançamento, o Banco Central explicou que a Casa da Moeda do Brasil não conseguiria suprir a demanda de impressão. Por isso, a produção foi terceirizada para a Crane AB, operação que resultou em uma economia de 17%. Segundo dados divulgados na época, o custo de mil cédulas na Casa da Moeda era de R$ 242,73, enquanto na Crane AB o valor foi de R$ 202,05.
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De acordo com informações publicadas no site do Banco Central, a empresa Crane AB produziu 100 milhões de unidades, que entraram em circulação em 18 de janeiro de 2017, há quase nove anos. Naquele período, as cédulas de outros valores continuaram sendo produzidas normalmente pela Casa da Moeda do Brasil.
Apesar do grande volume inicial, essas notas estão se tornando cada vez mais difíceis de encontrar em circulação. Não é possível precisar quantas ainda permanecem em uso no país, mas, com o desgaste natural, elas acabam sendo gradualmente substituídas por novas cédulas.
E você, já conferiu se tem uma nota de R$ 2 produzida em Estocolmo, na Suécia?
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