Cotidiano

Você coloca ímãs na geladeira? Especialista faz alerta que hábito comum pode custar caro

Especialista explica por que modelos inteligentes podem sofrer interferências com ímãs pesados na porta

Ana Clara Durazzo

Publicado em 24/02/2026 às 10:00

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De acordo com o especialista, geladeiras inteligentes e modelos equipados com telas sensíveis ao toque exigem atenção redobrada. / Freepik

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Colar ímãs na geladeira é quase um ritual doméstico: eles seguram recados, fotos, contas a pagar e lembranças de viagens, além de dar personalidade à cozinha. Mas será que essa prática tão comum pode trazer riscos ao eletrodoméstico?

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Segundo o físico biomédico Tomás del Campo, em entrevista à rádio espanhola Onda Cero, o problema não está exatamente no campo magnético — e sim no peso e na qualidade dos ímãs utilizados, principalmente em modelos mais modernos.

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Quando os ímãs podem interferir

De acordo com o especialista, geladeiras inteligentes e modelos equipados com telas sensíveis ao toque exigem atenção redobrada.

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'Se você tem uma geladeira moderna e inteligente, que controla a temperatura e outras funções, talvez precise ser um pouco mais cuidadoso', afirmou del Campo.

Nesses aparelhos, ímãs grandes, metálicos ou muito pesados podem interferir no funcionamento de sensores e painéis digitais, comprometendo funções como controle de temperatura, alarmes ou sistemas eletrônicos integrados.

Embora não seja comum causar danos imediatos, o uso contínuo e inadequado pode gerar desgaste ou falhas em componentes sensíveis.

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A prática de enfeitar a geladeira continua segura na maioria dos casos, mas os avanços tecnológicos exigem mais atenção do consumidor / Freepik
A prática de enfeitar a geladeira continua segura na maioria dos casos, mas os avanços tecnológicos exigem mais atenção do consumidor / Freepik
A prática de enfeitar a geladeira continua segura na maioria dos casos, mas os avanços tecnológicos exigem mais atenção do consumidor / Freepik
A prática de enfeitar a geladeira continua segura na maioria dos casos, mas os avanços tecnológicos exigem mais atenção do consumidor / Freepik
A prática de enfeitar a geladeira continua segura na maioria dos casos, mas os avanços tecnológicos exigem mais atenção do consumidor / Freepik
A prática de enfeitar a geladeira continua segura na maioria dos casos, mas os avanços tecnológicos exigem mais atenção do consumidor / Freepik
A prática de enfeitar a geladeira continua segura na maioria dos casos, mas os avanços tecnológicos exigem mais atenção do consumidor / Freepik
A prática de enfeitar a geladeira continua segura na maioria dos casos, mas os avanços tecnológicos exigem mais atenção do consumidor / Freepik

E as geladeiras antigas?

Nos modelos tradicionais, o cenário é diferente.

Segundo del Campo, os ímãs decorativos têm um campo magnético extremamente fraco quando comparado aos campos gerados pelos próprios componentes internos do aparelho, como motor e sistema de refrigeração.

Ou seja: não há risco elétrico relevante em geladeiras convencionais.

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Como evitar danos

Para quem não abre mão da decoração magnética, algumas medidas simples ajudam a reduzir riscos:

  •  Prefira ímãs leves, de plástico ou resina

  •  Evite peças grandes e pesadas

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  •  Não sobrecarregue a porta com muitos objetos

  •  Evite colocar ímãs próximos a painéis digitais

Outra alternativa interessante é investir em murais magnéticos ou quadros específicos para recados, mantendo a geladeira livre e preservando seu funcionamento.

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Decoração com cuidado

A prática de enfeitar a geladeira continua segura na maioria dos casos, mas os avanços tecnológicos exigem mais atenção do consumidor.

Com a popularização dos eletrodomésticos inteligentes, pequenos hábitos do dia a dia podem precisar de ajustes — inclusive na forma como personalizamos a cozinha.

No fim das contas, o recado é simples: o problema não é o magnetismo, mas o excesso.

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