Cotidiano

Vai ter aula? Professores de SP anunciam greve gera e prometem mobilização nas escolas

Segundo a Apeoesp, o movimento recebeu o nome de 'Operação Braços Cruzados' e pretende mobilizar educadores em escolas de todo o estado

Ana Clara Durazzo

Publicado em 09/03/2026 às 13:43

Atualizado em 09/03/2026 às 15:06

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A paralisação poderá afetar escolas da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, que reúne milhares de professores e atende milhões de alunos em todo o estado / Bruno Santos/Folhapress

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O sindicato que representa professores da rede estadual de São Paulo anunciou a realização de uma greve geral da categoria nos dias 9 e 10 de abril. A paralisação foi definida após uma assembleia realizada na última sexta-feira (6).

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Segundo a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), o movimento recebeu o nome de 'Operação Braços Cruzados' e pretende mobilizar educadores em escolas de todo o estado.

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Motivo da paralisação

Em nota, a entidade afirmou que a decisão foi tomada após avaliar o que classificou como 'ataques recentes à educação pública' promovidos pelo governo do estado, liderado pelo governador Tarcísio de Freitas.

De acordo com o sindicato, a greve busca dar uma resposta às políticas educacionais que, segundo a entidade, representam um desmonte da educação e dos serviços públicos.

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Mobilização nas escolas

Como parte da preparação para a paralisação, a Apeoesp informou que realizará visitas às escolas e ações de mobilização nas próximas semanas.

No dia 9 de abril, representantes do sindicato devem estar nas unidades de ensino para dialogar com professores, estudantes, pais e funcionários sobre a campanha.

Já no dia 10 de abril, está prevista a realização de uma nova Assembleia Estadual dos Professores, quando será discutida a possibilidade de continuidade do movimento grevista.

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Campanha de mobilização

Antes da greve, o sindicato também pretende ampliar a organização da categoria por meio de:

  • visitas às escolas da rede estadual

  • eleição de representantes nas unidades de ensino

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  • realização de assembleias populares

  • criação de comitês populares nas subsedes do sindicato

A paralisação poderá afetar escolas da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, que reúne milhares de professores e atende milhões de alunos em todo o estado.

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Até o momento, o governo paulista não havia divulgado posicionamento oficial sobre a greve anunciada pela entidade.

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