Cotidiano
Segundo a Apeoesp, o movimento recebeu o nome de 'Operação Braços Cruzados' e pretende mobilizar educadores em escolas de todo o estado
A paralisação poderá afetar escolas da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, que reúne milhares de professores e atende milhões de alunos em todo o estado / Bruno Santos/Folhapress
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O sindicato que representa professores da rede estadual de São Paulo anunciou a realização de uma greve geral da categoria nos dias 9 e 10 de abril. A paralisação foi definida após uma assembleia realizada na última sexta-feira (6).
Segundo a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), o movimento recebeu o nome de 'Operação Braços Cruzados' e pretende mobilizar educadores em escolas de todo o estado.
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Em nota, a entidade afirmou que a decisão foi tomada após avaliar o que classificou como 'ataques recentes à educação pública' promovidos pelo governo do estado, liderado pelo governador TarcÃsio de Freitas.
De acordo com o sindicato, a greve busca dar uma resposta à s polÃticas educacionais que, segundo a entidade, representam um desmonte da educação e dos serviços públicos.
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Como parte da preparação para a paralisação, a Apeoesp informou que realizará visitas às escolas e ações de mobilização nas próximas semanas.
No dia 9 de abril, representantes do sindicato devem estar nas unidades de ensino para dialogar com professores, estudantes, pais e funcionários sobre a campanha.
Já no dia 10 de abril, está prevista a realização de uma nova Assembleia Estadual dos Professores, quando será discutida a possibilidade de continuidade do movimento grevista.
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Antes da greve, o sindicato também pretende ampliar a organização da categoria por meio de:
visitas às escolas da rede estadual
eleição de representantes nas unidades de ensino
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realização de assembleias populares
criação de comitês populares nas subsedes do sindicato
A paralisação poderá afetar escolas da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, que reúne milhares de professores e atende milhões de alunos em todo o estado.
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Até o momento, o governo paulista não havia divulgado posicionamento oficial sobre a greve anunciada pela entidade.