Da famosa 'doença do beijo' até a sífilis, especialistas alertam: uma rápida 'inspeção visual' e a vacinação em dia são seus melhores aliados na avenida / ImageFX
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O beijo é o símbolo máximo da paquera no Carnaval, mas a troca intensa de saliva pode esconder perigos que vão além de uma simples gripe. Da famosa 'doença do beijo' até a sífilis, especialistas alertam: uma rápida 'inspeção visual' e a vacinação em dia são seus melhores aliados na avenida.
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Antes de se empolgar, observe. A principal recomendação de infectologistas é evitar o contato se notar no parceiro:
Feridas ou bolhas (mesmo que pareçam pequenas);
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Crostas ou sangramentos nos lábios;
Placas brancas na língua ou bochechas.
O contato próximo e o compartilhamento de objetos (copos e garrafas) facilitam a transmissão de:
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Mononucleose: A 'doença do beijo' causa febre alta e dor de garganta intensa. Dica de ouro: Troque sua escova de dentes após se recuperar.
Herpes Labial: Altamente contagioso quando as bolhas estão ativas.
Sífilis: Pode se manifestar como feridas indolores na boca. Se notar algo que não cicatriza em 15 dias, procure o SUS.
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É fundamental combater a desinformação: O HIV NÃO é transmitido pelo beijo, mesmo com troca de saliva. A transmissão ocorre apenas por relações sexuais sem proteção, sangue ou de mãe para filho. No entanto, doenças como HPV e Hepatite B são riscos reais — e a boa notícia é que ambas têm vacinas gratuitas no SUS.
'Quanto maior o número de pessoas beijadas, maior o risco estatístico', explicam os médicos. Manter a hidratação, a higiene bucal e não compartilhar copos ajuda a reduzir a carga de micro-organismos.
Lembre-se: no Carnaval, o cuidado com o próprio corpo é o que garante que a festa não termine no posto de saúde.
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