Apesar de não causar gripe, a vacina pode provocar reações leves e temporárias / ImageFX
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Com o início das campanhas de vacinação contra a gripe em todo o país, uma dúvida ainda faz muita gente hesitar: afinal, a vacina pode causar a doença?
A resposta é direta: não. Especialistas e órgãos de saúde são unânimes ao afirmar que a vacina da gripe não provoca a infecção e o medo de “ficar gripado” após a aplicação é um dos principais mitos que prejudicam a adesão à imunização.
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A vacina contra a influenza é produzida com vírus inativados (ou fragmentos deles), ou seja, sem capacidade de se multiplicar no organismo. Por isso, é cientificamente impossível que ela provoque a doença.
Esse tipo de tecnologia é amplamente utilizado e considerado seguro, sendo a base das campanhas anuais realizadas pelo Ministério da Saúde.
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Especialistas e órgãos de saúde são unânimes ao afirmar que a vacina da gripe não provoca a infecçãoApesar de não causar gripe, a vacina pode provocar reações leves e temporárias, como:
Esses sintomas são comuns e fazem parte da resposta do sistema imunológico, que está criando anticorpos para proteger o organismo.
Na maioria dos casos, os efeitos desaparecem em até dois ou três dias e não exigem tratamento.
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Essa é uma das situações mais relatadas e também uma das mais mal interpretadas.
A explicação pode estar em três fatores:
Ou seja: não é a vacina que causou a doença, mas sim uma coincidência de timing.
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O vírus da gripe sofre mutações frequentes. Por isso, a vacina é atualizada anualmente para proteger contra as cepas mais recentes em circulação.
Além disso, os anticorpos produzidos pelo organismo diminuem com o tempo, o que torna necessária a vacinação anual para manter a proteção.
A vacina é recomendada para toda a população, mas é essencial para grupos mais vulneráveis:
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Nesses grupos, a gripe pode evoluir para complicações graves, como pneumonia, internações e até morte.
Além de proteger quem toma a dose, a vacina ajuda a reduzir a circulação do vírus,Estudos mostram que a vacinação contra a gripe é capaz de:
Nas Américas, milhares de pessoas são internadas todos os anos por complicações da influenza, cenário que pode ser evitado com a imunização.
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Além de proteger quem toma a dose, a vacina ajuda a reduzir a circulação do vírus, protegendo também pessoas mais vulneráveis ao redor.
Por isso, especialistas reforçam: vacinar-se é um ato de cuidado coletivo.
Apesar dos mitos ainda persistirem, a ciência é clara: a vacina da gripe é segura, não causa a doença e continua sendo a forma mais eficaz de evitar complicações.
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Com a chegada do inverno, a recomendação é não deixar para depois e garantir a proteção antes do aumento da circulação do vírus.