Ultrafarma afirma estar colaborando com investigação após prisão de Sidney Oliveira

Empresa declarou confiança na Justiça e disse manter compromisso com transparência e legalidade

Sidney Oliveira foi preso em uma chácara em Santa Isabel, na Região Metropolitana de São Paulo

Sidney Oliveira foi preso em uma chácara em Santa Isabel, na Região Metropolitana de São Paulo | Divulgação/Ultrafarma

A Ultrafarma declarou que está colaborando com as autoridades na apuração que levou à prisão do fundador da empresa, Sidney Oliveira, na última terça-feira (12). Em comunicado, a marca destacou que confia no esclarecimento dos fatos ao longo do processo e reafirmou compromisso com a transparência e a legalidade.

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Segundo a nota oficial, “as informações veiculadas serão devidamente esclarecidas no decorrer do processo e demonstrará a inocência no curso da instrução”. A empresa reforçou ainda que mantém sua dedicação à confiança de milhões de consumidores em todo o país.

A prisão ocorreu durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), conduzida pelo Grupo Especial de Combate aos Crimes Econômicos (GEDEC). 

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A ação teve como objetivo desarticular um esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais da Secretaria da Fazenda e empresários do setor de varejo.

Relembre o caso

Na manhã de terça-feira (12), Sidney Oliveira foi preso em uma chácara em Santa Isabel, na Região Metropolitana de São Paulo. Na mesma operação, também foi detido o executivo da Fast Shop, Mario Otávio Gomes, em um apartamento na zona norte da capital.

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As investigações apontam que o grupo criminoso favorecia empresas em processos tributários em troca de vantagens indevidas. 

Um auditor fiscal estadual, considerado o operador do esquema, manipulava processos administrativos para facilitar a quitação de créditos tributários. Em contrapartida, recebia pagamentos mensais de propina por meio de uma empresa em nome de sua mãe.

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De acordo com o Ministério Público, o fiscal já teria recebido mais de R$ 1 bilhão em propinas. Os investigados podem responder por corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.